Manaus, 23 de março de 2026
*Amazonense de Manaus. Graduado em História pelo Centro Universitário do Norte e pós-graduado em Ensino à Distância pelo Centro Universitário UNISEB-COC, de Ribeirão Preto/SP. Recebeu o título de Notório Saber em História, pelo CIESA, de Manaus/AM. Fundador e organizador dos museus da Sociedade Beneficente Portuguesa do Amazonas, Luso Sporting Clube, Rede Amazônica, Memorial e Biblioteca Senador Bernardo Cabral, Centro Cultural Luso Brasileiro do Amazonas, Centro Universitário Luterano de Manaus, Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos e do Atlético Rio Negro Clube. Diretor do Instituto Cultural da Fundação Rede Amazônica e apresentador dos Programas de TV: Literatura em Foco e Documentos da Amazônia. Autor de mais de 65 títulos sobra História da Amazônia. Membro da Academia Amazonense de Letras, Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, Academia de História do Amazonas, Academia de Medicina do Amazonas, Academia Maçônica de Letras do Amazonas, Associação Nacional de Escritores (Brasília), Associação dos Escritores do Amazonas e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas.

Postagens do autor

Os Cantores do Rádio da Manaus de Outrora

No traçar desta evolução histórica do rádio e seus cantores, apresentadores, destacamos esse período rico desta fase do rádio no Amazonas. Bem mais além do que mero meio de comunicação, o rádio em todo

Clóvis Amaral Machado: o Aranha Negra

“Clóvis Amaral Machado é considerado um dos melhores goleiros que surgiu no Amazonas”. A alegria das tardes de domingo, o sol ardente sobre as quatro linhas do campo de futebol no Parque Amazonense, teimosos

Comendador José Azevedo e a Rádio Baré

“O Comendador José Azevedo comentava que o aumento do interesse da população pelo rádio, as barreiras para com o público foram sendo removidas até chegar aos programas de auditório, que permitiam uma maior aproximação

José Cláudio de Mesquita: o apóstolo da Heveicultura

Um Português na História do Amazonas Eles vieram do além-mar. De muito longe, deixando suas aldeias, freguesias, quintas, minifúndios e suas querências ao longo de toda a Portugal. Todos na sua maioria de pequenas

Manaus de Ontem e de Hoje com Lágrima dos Boêmios

“Na verdade, a nossa arquitetura mais antiga exprime uma atitude emocional e consequentemente estética de um período da burguesia enriquecida pela exportação do látex”. Se a arquitetura é o símbolo mais visível de uma

José Manoel de Macedo e a Casa Mesquita

Macedo nasceu na Vila de “Ferreiros/Amares-Braga, em Portugal”, no dia 12 de abril de 1890. Emigrou para o Brasil com destino a cidade de Manaus, em 1901, na companhia do dono do “Armazéns Colombo”.