
Crônicas do Cotidiano: Êta Brasilzão Complicado
De Galvez, Imperador do Acre, ao candidato derrotado que se declara eleito: Walmir de Albuquerque Barbosa sobre as bizarrices do folclore político brasileiro e as exigências da Faria Lima.
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De Galvez, Imperador do Acre, ao candidato derrotado que se declara eleito: Walmir de Albuquerque Barbosa sobre as bizarrices do folclore político brasileiro e as exigências da Faria Lima.

Cremação ou enterro, o cemitério São João Batista como biblioteca silenciosa e o Dia dos Mortos mexicano: Pedro Lucas Lindoso sobre os ritos que ajudam quem fica.

Assédio eleitoral, a arroba do boi acima de R$ 350 e a picanha que o agro preferiu exportar: Walmir de Albuquerque Barbosa sobre o medo do povo e o voto secreto.

Manáos, 24 de outubro de 1900: a carta de Bento Pedro à esposa Isabel descreve o fausto da borracha, a libra esterlina mandando nos preços e a morte recente de Eduardo Ribeiro.

Aparecida, os Círios da Amazônia, o Dia das Crianças, o Dia do Professor e a primavera: Pedro Lucas Lindoso sobre o que outubro reúne num mesmo gesto — proteger e celebrar a vida.

Do Gênesis à Rerum Novarum, da Lei Áurea ao Congresso de hoje: Walmir de Albuquerque Barbosa sobre a aprovação da redução da jornada de trabalho e o que ela custa aos patrões.