
O debate fiscal visto da Amazônia
Dívida bruta em 82,9% do PIB, juros nominais de 8,99% e um déficit primário de 0,52%: Alfredo Lopes mostra o que some do debate fiscal quando a conta começa pelas despesas sociais.
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Dívida bruta em 82,9% do PIB, juros nominais de 8,99% e um déficit primário de 0,52%: Alfredo Lopes mostra o que some do debate fiscal quando a conta começa pelas despesas sociais.

Terminada a eleição, Nelson Azevedo propõe uma agenda comum entre os governos estadual e federal: reforma tributária, segurança logística, preparo para a estiagem e qualificação profissional.

Aos 47 anos do CIEAM, Alfredo Lopes cobra posição: o precedente do IPI de 2022, o desgaste da fiscalização ambiental e as facções em 344 municípios da Amazônia Legal.

Oito entidades do setor produtivo entregaram a Lula e a Flávio Bolsonaro sete compromissos com o Amazonas. Nelson Azevedo propõe uma instância conjunta para cobrar o cumprimento depois das urnas.

A Total Express chegou a Parintins, Tefé, Coari, Maués e Manicoré por rotas fluviais. Cristina Monte avalia o que isso muda para o pequeno negócio do interior — e o que a empresa ainda não informou.

O Amazonas chegou a 578.982 empregos formais em julho e a R$ 17,2 bilhões de arrecadação federal, mas a confiança industrial caiu para 49,65 pontos em setembro. Alfredo Lopes lê o Painel da Economia Amazonense.