Manaus, 3 de novembro de 2026

Política e Economia

Vista aérea do rio com floresta de um lado e galpões industriais do outro, ao pôr do sol, em Manaus

O compromisso com o Amazonas atravessa as eleições

R$ 142,98 bilhões de faturamento e 132.596 empregos em julho. Alfredo Lopes defende que o CIEAM leve às candidaturas um documento público de compromissos com a Zona Franca, com respostas verificáveis depois da apuração.

Ilustração ligando laboratório de pesquisa e linha de produção industrial por uma ponte sobre a floresta amazônica

Academia, economia e tecnologia: uma aproximação urgente

R$ 1,58 bilhão em obrigações de PD&I em 2024, 410 projetos e 73% executados com instituições científicas. Nelson Azevedo defende transformar convênios pontuais em política permanente de cooperação entre universidades e o Polo Industrial de Manaus.

Vista aérea de rio amazônico durante a seca, com grandes bancos de areia e embarcações encalhadas

O clima fora da campanha, a conta dentro de casa

Alfredo Lopes mostra o tamanho da fatura climática que a campanha eleitoral não discute: até R$ 17,1 trilhões de custo da inação até 2050, R$ 1,4 bilhão de prejuízo à indústria do Amazonas na seca de 2023 e 1.700 escolas paradas em 2024.

Pesquisadora ao microscópio em laboratório em Manaus, cercada de frutos, sementes e óleos da biodiversidade amazônica

Da Novamed à bioindústria, o próximo salto

Nelson Azevedo analisa o aporte de R$ 300 milhões da Novamed no Polo Industrial de Manaus e defende uma política permanente de atração de investimentos que conecte a Zona Franca à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.

A partir da Amazônia, o Brasil anda sobre duas rodas

“De Manaus sai quase toda a produção brasileira de motocicletas e uma das cadeias industriais mais completas do país. O próximo passo será transformar escala em liderança tecnológica, segurança viária, eletrificação, empregos qualificados e

Amazonas e Brasil, uma independência ainda em construção

“Celebrar conjuntamente o 5 e o 7 de Setembro significa reconhecer que a soberania brasileira depende da integração efetiva da Amazônia, de sua autonomia para construir o próprio desenvolvimento e da presença solidária da