
A responsabilidade de defender o Amazonas
Aos 47 anos do CIEAM, Alfredo Lopes cobra posição: o precedente do IPI de 2022, o desgaste da fiscalização ambiental e as facções em 344 municípios da Amazônia Legal.

Aos 47 anos do CIEAM, Alfredo Lopes cobra posição: o precedente do IPI de 2022, o desgaste da fiscalização ambiental e as facções em 344 municípios da Amazônia Legal.

O Amazonas chegou a 578.982 empregos formais em julho e a R$ 17,2 bilhões de arrecadação federal, mas a confiança industrial caiu para 49,65 pontos em setembro. Alfredo Lopes lê o Painel da Economia Amazonense.

A Conferência ZFM 2050 reaproximou Amazonas e São Paulo. Alfredo Lopes defende um mutirão institucional que ligue pesquisa, indústria, financiamento e formação — com repartição de benefícios e floresta em pé.

No XII Fórum de Logística do CIEAM, DNIT, Marinha e a Secretaria Nacional de Hidrovias sentaram à mesma mesa. Alfredo Lopes avalia meio bilhão em dragagem, as obras da Manaus Moderna, a BR-319 e o que falta para o rio virar hidrovia.

R$ 142,98 bilhões de faturamento e 132.596 empregos em julho. Alfredo Lopes defende que o CIEAM leve às candidaturas um documento público de compromissos com a Zona Franca, com respostas verificáveis depois da apuração.

Alfredo Lopes mostra o tamanho da fatura climática que a campanha eleitoral não discute: até R$ 17,1 trilhões de custo da inação até 2050, R$ 1,4 bilhão de prejuízo à indústria do Amazonas na seca de 2023 e 1.700 escolas paradas em 2024.