Manaus, 2 de novembro de 2026
*Escritor amazonense, com 11 títulos sobre a Amazônia, e mais de 2 mil ensaios. Formado em Filosofia com pós-graduação em Administração e Psicologia da Educação. Consultor eventual do BID, Grupo Simões, do CIEAM e diretor da FIEAM.

Postagens do autor

Ilustração em estilo mosaico com rio amazônico, comunidade ribeirinha, prédios de pesquisa, floresta e mãos entrelaçadas ao alto

A responsabilidade de defender o Amazonas

Aos 47 anos do CIEAM, Alfredo Lopes cobra posição: o precedente do IPI de 2022, o desgaste da fiscalização ambiental e as facções em 344 municípios da Amazônia Legal.

Vista aérea de rio amazônico com comboio de carga navegando entre a floresta e a área urbana

A teimosia que abriu a porta da logística amazônica

No XII Fórum de Logística do CIEAM, DNIT, Marinha e a Secretaria Nacional de Hidrovias sentaram à mesma mesa. Alfredo Lopes avalia meio bilhão em dragagem, as obras da Manaus Moderna, a BR-319 e o que falta para o rio virar hidrovia.

Vista aérea do rio com floresta de um lado e galpões industriais do outro, ao pôr do sol, em Manaus

O compromisso com o Amazonas atravessa as eleições

R$ 142,98 bilhões de faturamento e 132.596 empregos em julho. Alfredo Lopes defende que o CIEAM leve às candidaturas um documento público de compromissos com a Zona Franca, com respostas verificáveis depois da apuração.

Vista aérea de rio amazônico durante a seca, com grandes bancos de areia e embarcações encalhadas

O clima fora da campanha, a conta dentro de casa

Alfredo Lopes mostra o tamanho da fatura climática que a campanha eleitoral não discute: até R$ 17,1 trilhões de custo da inação até 2050, R$ 1,4 bilhão de prejuízo à indústria do Amazonas na seca de 2023 e 1.700 escolas paradas em 2024.