
Luiz Bacellar e sua poesia (III)
Nas feiras da cidade – Continuação Os caroços do marimari ele aproxima de pastilhas; na organização das sementes dentro da casca o poeta vê livros de obras-primas encadernadas de veludinho; vê as sementes em

Nas feiras da cidade – Continuação Os caroços do marimari ele aproxima de pastilhas; na organização das sementes dentro da casca o poeta vê livros de obras-primas encadernadas de veludinho; vê as sementes em

Nas feiras da cidade Embora o poeta exercitasse os altos voos da poesia, Luiz Bacellar reservou no seu fazer literário espaço dedicado aos motivos da Amazônia, como se prestasse homenagem a terra onde nasceu,

O seu primeiro livro – Continuação Agora entremos nos Sonetos provincianos que são três. São todos muito nostálgicos. Mostram a porta para o quintal da antiga moradia do poeta, o trabalho das lavadeiras com

O seu primeiro livro Frauta de Barro foi lançado em 1963, estreia do poeta aos 35 anos de idade. O livro saiu numa edição da Livraria São José, do Rio de Janeiro, cinco anos

Profissão poesia – continuação Por isso a poética de Bacellar pode levar o leitor a confundir o apuro formal e a tensão emotiva com o entendimento do indesejável ideal de perfeição do sistema de

Profissão poesia Luiz Bacellar4 se dizia pertencer a uma das mais antigas famílias brasileiras e portuguesas, remontando a Mem de Sá (1500-1572), meio irmão do poeta Sá de Miranda, numa conclusão a que chegou