
Casamento. Uma coisa!
Tive um papo muito engraçado com tia Idalina domingo passado. Uma pessoa, já concursada como funcionária pública federal, que foi ao México assistir a Copa de 70. Com esticada em Acapulco. Não pode ter

Tive um papo muito engraçado com tia Idalina domingo passado. Uma pessoa, já concursada como funcionária pública federal, que foi ao México assistir a Copa de 70. Com esticada em Acapulco. Não pode ter

Marco Neves, linguista e filólogo português, ensina pela internet, que há palavras em outras línguas que não tem equivalência na nossa. E citou a palavra “merak” do servo-croata. Significa o prazer em fazer coisas

A cultura surge segundo alguns antropólogos quando o homem começa a cozinhar. Já se comia jaraqui moqueado aqui há muito tempo. Estudos arqueológicos nos mostram evidências de uso controlado do fogo, incluindo cozimento e

Entre Borba e Itacoatiara, a foz do rio Madeira não é apenas curso d’água. Carrega histórias que o mapa não ousa registrar. Bento Pedro Fadoul, estabeleceu-se por lá. O libanês que aprendeu o peso

Aniversário da cidade. Manaus acorda com o rugido das aves, misturado com barulho dos automóveis. O cheiro de chuva que ainda está no ar também se misturou com o cheiro das fábricas do Distrito.

Tia Idalina chegou do Rio de Janeiro. Um acontecimento. Chegou bastante mal-humorada. Reclamou do calor. Fez péssima viagem. Conexão em Brasília. Desembarcou no portão 2. O embarque para Manaus foi no Portão 28. Quase