Manaus, 8 de outubro de 2026
*Bacharel em Direito. Membro do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas e da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

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Casamento. Uma coisa!

Tive um papo muito engraçado com tia Idalina domingo passado. Uma pessoa, já concursada como funcionária pública federal, que foi ao México assistir a Copa de 70. Com esticada em Acapulco. Não pode ter

Merak. Que tipo de chá?

Marco Neves, linguista e filólogo português, ensina pela internet, que há palavras em outras línguas que não tem equivalência na nossa. E citou a palavra “merak” do servo-croata. Significa o prazer em fazer coisas

Atenção COP30

A cultura surge segundo alguns antropólogos quando o homem começa a cozinhar. Já se comia jaraqui moqueado aqui há muito tempo. Estudos arqueológicos nos mostram evidências de uso controlado do fogo, incluindo cozimento e

Aconteceu na embocadura do Madeira

Entre Borba e Itacoatiara, a foz do rio Madeira não é apenas curso d’água. Carrega histórias que o mapa não ousa registrar. Bento Pedro Fadoul, estabeleceu-se por lá. O libanês que aprendeu o peso

Manaus pede um presente: tirem as mãos da floresta

Aniversário da cidade. Manaus acorda com o rugido das aves, misturado com barulho dos automóveis. O cheiro de chuva que ainda está no ar também se misturou com o cheiro das fábricas do Distrito.

Falta tudo. Mas tem lastro

Tia Idalina chegou do Rio de Janeiro. Um acontecimento. Chegou bastante mal-humorada. Reclamou do calor. Fez péssima viagem. Conexão em Brasília. Desembarcou no portão 2. O embarque para Manaus foi no Portão 28. Quase