Manaus, 2 de novembro de 2026
*Professor, historiador e Advogado. Especializado em Direito Agrário, pós-graduado em Administração de Política Cultural e Mestre em Direito Ambiental. Professor da Escola Superior da Magistratura do Amazonas e da Universidade do Estado do Amazonas. Ex-presidente da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. Ex-Secretário de Estado de Cultura, desde 1997 até 2017.

Postagens do autor

Ilustração: Teatro Amazonas, bandeira do Brasil, urna eletrônica, fumaça de queimadas e multidão num mosaico sobre Manaus

Festa, fumaça e confusão

Os 357 anos de Manaus sem festa: Robério Braga recorda o debate sobre a data da fundação, a fumaça que volta todo ano e a confusão de cada eleição.

Retrato em preto e branco do médico Wolferstan Thomas, de terno branco, sentado em cadeira de vime

O cientista que adotou a Amazônia

Robério Braga conta a história de Wolferstan Thomas, o médico canadense que chegou a Manaus em 1905 para combater a febre amarela, fundou o Yellow Fever Research Laboratory e nunca mais voltou.

Sergio Vieira Cardoso, de chapéu e óculos, apresenta obras em uma exposição

Vulcão em erupção

Robério Braga escreve sobre Sergio Vieira Cardoso, o multitalentoso cineasta, curador e agitador cultural amazonense que partiu de forma inesperada — e sobre a última conversa entre os dois.

Projeção do novo porto de Manaus ao entardecer, com embarcações atracadas, a ponte sobre o rio Negro e o centro histórico ao fundo

Nova cara de Manaus

R$ 916 milhões, 38 mil metros quadrados e 3,5 milhões de passageiros por ano: Robério Braga sobre o novo porto da Manaus Moderna e o que ele muda no Centro Histórico, da rampa da Imperatriz ao cais inglês dos anos 1900.

Montagem com jogadores da seleção brasileira, a taça, uma urna eletrônica, um debate na TV e pessoas assistindo

De futebol e eleições

Robério Braga costura o desapontamento com a seleção em reconstrução e a reta final da campanha eleitoral: propaganda sem propostas, legislação mal aplicada e um apelo ao eleitor para deixar paixões e ódios de fora da urna.

Expandem-se os Cafés

Não mais como antigamente, no tempo do “ouro branco” arrancado das árvores fincadas nas estradas de borracha, rio abaixo, rio acima, pelo interior amazônico, tempo no qual essa cidade foi bordada de modernidades que