
Crônicas do Cotidiano: “A Gente Vai Continuar”
Walmir de Albuquerque Barbosa toma a canção de Jorge Palma, morto em setembro de 2026, como mote para uma crônica sobre a Constituição de 1988, as cláusulas pétreas e o resultado do primeiro turno.

Walmir de Albuquerque Barbosa toma a canção de Jorge Palma, morto em setembro de 2026, como mote para uma crônica sobre a Constituição de 1988, as cláusulas pétreas e o resultado do primeiro turno.

Walmir de Albuquerque Barbosa trata a eleição como festa da democracia e propõe ao eleitor um critério simples antes da urna: comparar a própria vida de dez anos atrás com a de hoje — e examinar o caráter de quem pede o voto.

De Calvino a Fernando Pessoa, Walmir de Albuquerque Barbosa examina o discurso que esconde as coisas: os pronunciamentos na ONU e as “pesquisas de alfaiate” que ocupam o lugar das propostas a dez dias do primeiro turno.

Walmir de Albuquerque Barbosa comenta a sessão do STF sobre a abertura de investigação contra um ministro da Casa: o Judiciário como poder político, as lacunas do ordenamento e o que a espetacularização revelou.

Quem viver verá! Quem viveu, já viu, e eu não quero ver de novo! Não é coisa de Pitonisa ou desses “adivinhadores” mequetrefes a enganar os bestas nas redes sociais, é a herança histórica

O termo “Escatologia” comporta dois sentidos distintos: o teológico/religioso, que fala das coisas do fim do mundo, do céu, do inferno e das profecias em diversas religiões; e o sentido médico, que se refere