Manaus, 15 de outubro de 2026
*Amazonense de Itacoatiara. Jornalista profissional. Professor aposentado e ex-reitor da Universidade Federal do Amazonas.

Postagens do autor

Ilustração: mãos erguem um exemplar da Constituição Federal diante de uma urna, uma multidão e cenas de direitos sociais

Crônicas do Cotidiano: “A Gente Vai Continuar”

Walmir de Albuquerque Barbosa toma a canção de Jorge Palma, morto em setembro de 2026, como mote para uma crônica sobre a Constituição de 1988, as cláusulas pétreas e o resultado do primeiro turno.

Montagem com eleitora depositando voto na urna, o Congresso Nacional, cenas de poder e dinheiro e uma festa popular

Crônicas do Cotidiano: O Encantamento da Política

Walmir de Albuquerque Barbosa trata a eleição como festa da democracia e propõe ao eleitor um critério simples antes da urna: comparar a própria vida de dez anos atrás com a de hoje — e examinar o caráter de quem pede o voto.

Ilustração de dois ministros em discussão no plenário do Supremo Tribunal Federal, com um cartaz onde se lê Sessão histórica: interesses e vícios sob a toga

Crônicas do Cotidiano: Que coisa mais feia!

Walmir de Albuquerque Barbosa comenta a sessão do STF sobre a abertura de investigação contra um ministro da Casa: o Judiciário como poder político, as lacunas do ordenamento e o que a espetacularização revelou.

Crônicas do Cotidiano: É Grave!

Quem viver verá! Quem viveu, já viu, e eu não quero ver de novo! Não é coisa de Pitonisa ou desses “adivinhadores” mequetrefes a enganar os bestas nas redes sociais, é a herança histórica

Crônicas do Cotidiano: Escatologia da Vergonha Alheia

O termo “Escatologia” comporta dois sentidos distintos: o teológico/religioso, que fala das coisas do fim do mundo, do céu, do inferno e das profecias em diversas religiões; e o sentido médico, que se refere