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FRANCISCO GOMES DA SILVA. Nasceu em Itacoatiara em 24 de novembro de 1945. Historiador, conferencista e escritor. Como orador, destacou-se na política e na tribuna do júri.
Promotor de Justiça de Última Entrância aposentado – Ministério Público do Estado do Amazonas.
Membro do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA).
Eleito para a referida instituição, em 28/02/1965, durante a Presidência do desembargador João Rebello Corrêa (1893-1973), para ocupar a Cadeira nº 14, mais tarde renumerada para 26, sob o patronato do naturalista suíço Jean Louis Rodolphe Agassiz (1807-1873). Tomou posse em 25/03/1969 com recepção do Orador Oficial, padre Raimundo Nonato Pinheiro (1922-1994).
No IGHA, ocupou os cargos de 1º Secretário (1970-1971); Orador Oficial (2001-2002); Vice-Presidente (2003-2004); Presidente interino (2004); novamente Vice-Presidente (2017-2018, 2019-2020 e 2021-2022); Tesoureiro (2023-2024) e reeleito para a mesma função no período 2025-2026.
Atualmente, nessa instituição, é o segundo associado mais velho, entre os vivos, antecedido do ex-senador José Bernardo Cabral, que ingressou no sodalício um ano antes (1968), e, hoje aos 94 anos de idade, reside no Rio de Janeiro.
Membro da Academia Amazonense de Letras (AAL).
Eleito em 24/09/1999, durante a Presidência do poeta Max Carphentier, para a Cadeira nº 20, patrocinada pelo polígrafo brasileiro João Ribeiro (1860-1934). Tomou posse em 14/04/2000, sendo recepcionado pelo acadêmico Robério dos Santos Pereira Braga.
Na AAL, exerceu os cargos de Tesoureiro (2004-2005), Secretário Geral (2006-2009), membro titular do Conselho Fiscal (2010-2011), Adjunto de Tesoureiro (2018-2019), suplente do Conselho Fiscal (2022-2023) e atualmente é vice-presidente, eleito para o exercício 2026-2027.
Sócio da Associação Amazonense do Ministério Público (AAMP) – 1978-2026.
Mentor intelectual da fundação da Academia Itacoatiarense de Letras (AIL), em 1909, da qual é sócio benemérito, e do Instituto Geográfico e Histórico de Itacoatiara (IGHI), em 2020.
Participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTap), sediado em Santarém/Pará – a convite do padre e escritor Sidney Augusto Canto, que liderou a criação e instalação da referida entidade, em 23/03/2012, conjuntamente com o jornalista Jota Ninos e o professor Anselmo Colares. A Ata constitutiva desse feito histórico leva a assinatura de Francisco Gomes da Silva.
Em Manaus, integrou, entre 1968 e 2010, a União Brasileira de Escritores, Secção do Amazonas (UBE/Am), entidade cultural estabelecida nos altos do Edifício nº 938, da Avenida Eduardo Ribeiro, esquina com a rua Monsenhor Coutinho; e, no período de 1998 a 2016, fez parte da Associação de Escritores do Amazonas (ASSEAM), com sede na rua Monsenhor Coutinho nº 527.
No Rio de Janeiro, foi admitido, em 1972, como Sócio colaborador do Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG), sociedade civil sediada na Avenida Augusto Severo nº 8, Sala 304 – Bairro da Glória, da qual se desligou em 2005.
Leitor voraz e pesquisador experiente, iniciou a atividade de escritor aos 16 anos de idade (1961). Seu livro de estreia – “Itacoatiara. Roteiro de uma cidade” – prefaciado pelo insigne historiador e então governador Arthur Cézar Ferreira Reis (1906-1993), foi lançado em 5/09/1965. Até aqui, são 19 livros, preferencialmente sobre história do município onde nasceu, inclusa a obra fundamental “Fundação de Itacoatiara”, em duas edições (2013 e 2017). Seu último trabalho – “Cronologia da Avenida Parque” – veio a lume em 14/10/2025. São seis décadas de convívio com as letras. Todo esse acervo está disponibilizado no link www.franciscogomesdasilva.com.br.
Oriundo de família numerosa, Francisco Gomes começou a trabalhar aos 12 anos de idade. Em Itacoatiara, entre 1957 e 1964, foi doceiro, auxiliar de marceneiro, carreteiro no Mercado Público, carregador de juta e castanha, jornaleiro, balconista, entregador de mercadorias, auxiliar de escritório e conferente de carga e descarga no Porto da cidade.
Entre os 8 e 14 anos de idade (1953-1959), estudou em escolas isoladas, onde fez o pré-escolar e a maior parte do curso primário (1º ao 4º ano) – etapa que concluiu aos 15 anos (1960), no Grupo Escolar Coronel Cruz. Dos 16 aos 19 anos (1961-1964) cursou o ginasial na Escola (e posteriormente Ginásio) Comercial de Itacoatiara. Já em Manaus, após os 18 anos, fez o colegial – curso de magistério de segundo grau, no Instituto de Educação do Amazonas (1965-1967) e, após prestar o vestibular, pôde realizar o grande sonho de sua vida: o curso superior.
Aprovado nos vestibulares de Pedagogia (na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) e Direito (na faculdade homônima) da Universidade do Amazonas – ambas da UA, hoje UFAM – matriculou-se em ambas. Conseguiu cursar apenas o primeiro ano de Pedagogia (1968), pois precisou optar pelo Direito, em razão da necessidade de trabalhar para se sustentar-se e ajudar sua família.
Graduou-se em Direito em 1972 e inscreveu-se na Ordem dos Advogados (OAB-AM). Participou de seminários, congressos, encontros culturais e cursos de extensão em diversas cidades do Brasil – Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Caxias do Sul, Macapá, Recife, Cuiabá, Boa Vista, Belém, Santarém, entre outras.
Nessas ocasiões, além dos compromissos institucionais, aproveitou para pesquisar História em bibliotecas e centros de estudos. Dessa dedicação nasceram os livros que publicou, cumprindo com efetividade seu projeto de vida como escritor.
Diplomado como professor normalista, ex-aluno de Pedagogia e ainda cursando Direito, em meados de 1970 exerceu o magistério não em escolas oficiais, mas em cursos intensivos e preparatórios para vestibulares. Lecionou Língua Portuguesa para estudantes do Curso Pré-Médico Adriano Jorge, voltado a candidatos à recém-criada Faculdade de Medicina do Amazonas.
A convite da doutora Josephina de Mello (1920-1995), provedora da Santa Casa de Misericórdia e vice-diretora da Escola de Enfermagem de Manaus, ministrou, ainda que de forma esporádica, disciplinas ligadas à legislação hospitalar nessa instituição.
No início de sua jornada em Manaus, atuou como balconista na loja da firma J. G. Araújo & Cia. Foi repórter policial no jornal “A Crítica” e colunista literário no “Jornal do Comércio”. Ato contínuo, desenvolveu atividades (01) no serviço público federal: servidor concursado na Fundação Serviços de Saúde Pública (FSESP), órgão do Ministério da Saúde (1965-1970) e (02) na iniciativa privada: assessor administrativo e jurídico na Santa Casa de Misericórdia de Manaus (1970-1976)).
Concomitantemente, operou como:
Assessor sindical e jurídico da Delegacia Regional da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG, 1974-1975); fundador e assessor sindical e jurídico da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Amazonas (FETAGRI/AM, 1975-1976); fundador e secretário executivo da Associação dos Hospitais do Estado do Amazonas (1974-1976); membro do Grupo Tarefa da Comissão Justiça e Paz, designado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte I, 1975-1976); assessor jurídico e fundiário da Secretaria de Estado da Produção Rural (SEPROR-AM, 1977); e assessor parlamentar e chefe de gabinete do deputado Paulo Sampaio (1925-2017), líder do MDB na Assembleia Legislativa do Estado (1977).
Em 4 de maio de 1977, Francisco Gomes foi nomeado Executor do Projeto Fundiário Manaus, órgão zonal do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Em 25 de abril de 1978, passou a integrar o quadro de advogados da Coordenação Fundiária Regional Amazonas-Roraima (CFR-INCRA/AM-RR), vinculada ao Ministério da Reforma e do Desenvolvimento Agrário.
Em junho de 1978, após aprovado em concurso de provas e títulos no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), tomou posse como Promotor de Justiça de Primeira Entrância na Comarca de Itapiranga, com jurisdição estendida ao Termo Judiciário de Silves. Entre 1979 e 1983, atuou por substituição nas comarcas de Borba, Maués e Itacoatiara. Nesse período, presidiu a Comissão Especial Pró-Titulação de Terras Públicas em Itapiranga (1979) e exerceu a consultoria jurídica da Cooperativa Mista Agropecuária de Itacoatiara (COMAITAL, 1981-1984) – ambos cargos honoríficos, sem remuneração.
Quando esteve à frente das assessorias sindical e jurídica da Delegacia Regional da CONTAG e da FETAGRI/AM (1974-1976), graças à sólida estrutura técnica dessas instituições, realizou um trabalho de grande impacto, tanto em escritório quanto em campo, valendo citar:
a) Criação de sindicatos: colaborou na criação de sindicatos de trabalhadores.
b)Formação jurídica e profissional: organizou e ministrou cursos voltados a técnicos da CONTAG e da FETAGRI-AM.
c) Capacitação sindical: incentivou e formou trabalhadores e dirigentes, oferecendo noções básicas de direito civil, constitucional e trabalhista.
d)Criação de colônias agrícolas: desempenhou papel crucial na legalização de colônias na zona fisiográfica do Médio Amazonas, especialmente em Itacoatiara e municípios vizinhos.
No INCRA, utilizando os instrumentos jurídicos e técnicos do órgão, cooperou na legalização e titulação de terras rurais próximas a Manaus, sobretudo ao longo das rodovias BR-319, BR-174, AM-010 e AM-070. Orgulha-se de ter contribuído para regularização das colônias agrícolas do rio Apoquitáua, no município de Maués, Itaubal, Piquiá e Rondon, na zona rural de Itacoatiara.
Em 1983, foi promovido a Promotor de Justiça de Segunda Entrância. Entre esse ano e o seguinte assumiu sucessivamente a titularidade da 8ª Promotoria de Justiça, da 4ª Curadoria Judicial, da Curadoria de Família e Sucessões e da 3ª Vara Criminal, todas na Capital.
Em meados de 1984 foi disposicionado ao gabinete do governador Gilberto Mestrinho de Medeiros Raposo (1928-2009), onde permaneceu até final de 1986. Do início de 1987 à metade de 1989 foi designado para o gabinete do governador Amazonino Armando Mendes (1939-2023) e, dessa data até janeiro de 1990, por cedência à administração do prefeito Francisco Pereira da Silva, atuou como assessor jurídico da Prefeitura Municipal de Itacoatiara.
Foi aposentado pelo Ministério Público em 1º de fevereiro de 1990. No ano seguinte, contratado pelas câmaras municipais de Itacoatiara, Itapiranga e Silves, redigiu os anteprojetos de Lei Orgânica desses municípios. Após ampla consulta a segmentos da população, os textos foram discutidos, votados e aprovados pelas respectivas Casas Legislativas, transformando-se em Leis Fundamentais dos referidos entes federativos.
Em 1997-1999, foi assessor jurídico e coordenador do Núcleo de Questões Fundiárias da Procuradoria Geral da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA); em 1999-2005, assumiu, na Assembleia Legislativa do Amazonas, a assessoria parlamentar cumulativamente com a chefia de gabinete do deputado Mário Frota (PSB/AM); e desde 2002 a 2009 foi diretor/tesoureiro da Associação de Amigos da Cultura, órgão ligado à Secretaria Estadual de Cultura do Amazonas.
Na sua juventude, Francisco Gomes da Silva participou de movimentos estudantis, secretariou (1962) e presidiu (1963) o Grêmio Estudantil Fernando Ellis Ribeiro, da Escola Comercial de Itacoatiara. Nessa função, fundou e dirigiu o jornal “O Idealista” e liderou a campanha que resultou na estadualização do estabelecimento, através do decreto Ad Referendum da Assembleia Legislativa nº 57, de 14/03/1963, firmado pelo então governador Plínio Ramos Coelho (1920-2001), que passou a ser Ginásio Comercial e depois Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça.
Ainda em 1963, despontou no I Seminário de Estudos Educacionais do Baixo Amazonas, realizado em Itacoatiara paralelamente ao Congresso Anual da União dos Estudantes Secundaristas do Amazonas (UESA). Em 1968, foi Orador da Turma de Auxiliares de Comércio da referida escola, formados naquele ano.
Em Manaus, foi ativista no Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito e articulista do jornal “Folha Acadêmica” (1968/1972). Anteriormente (1966), ainda estudante de nível médio no Instituto de Educação do Amazonas, irrequieto e prenhe de idealismo, assinou o Livro de Fundação do MDB, partido de oposição ao regime militar, implantado no País dois anos antes.
Integrando a chamada Ala Autêntica do MDB, liderou em Itacoatiara – ao lado de Paulo Sampaio e outros próceres locais e estaduais – a luta pela redemocratização. Como partícipe dos movimentos Pró-Anistia e Eleições Diretas Já, saudou o presidente nacional do Partido, deputado Ulysses Guimarães (1916-1992), em sua primeira visita a Itacoatiara, em 1976. Candidato da Oposição à Prefeitura de Itacoatiara, foi vítima de pressões políticas, econômicas, psicológicas e morais e, a despeito de haver recebido no pleito de 15 de novembro desse ano o segundo maior número de sufrágios, entre cinco concorrentes, foi derrotado.
Incorrigível idealista, esteve sempre vigiado por agentes do famigerado Serviço Nacional de Informações (SNI). Entretanto, jamais sentiu-se incomodado diretamente. Não subvertia a ordem, como denunciado; cumpria apenas o dever que se impôs de protestar contra arbitrariedades do regime então imperante e pugnar pelo retorno do Brasil à Democracia.
Em 1980, mudou-se, com a família de Manaus para Itacoatiara. A casa de sua residência, dotada de uma boa Biblioteca – que levou da capital – acomodava reuniões sociais e políticas e recebia professores, jovens e crianças que iam ali para fazer pesquisas. Na ala ampla e aberta, que construiu ao lado da referida residência, realizou muitas festas e recebeu – além de populares e amigos – diversas personalidades, como o governador Gilberto Mestrinho, o ex-governador Plínio Coelho, a ex-deputada federal carioca Ivete Vargas (1927-1984) – neta do ex-presidente Getúlio Vargas (1882-1954), senadores, deputados federais e estaduais, intelectuais, desembargadores, juízes de direito, promotores, prefeitos e ex-prefeitos, religiosos, militares, etc.
Em 15/11/1982, Francisco Gomes disputou novamente a eleição para prefeito municipal concorrendo pelo PMDB (sucedâneo do MDB), sendo o mais votado com quase quarenta por cento do total de votos conferidos a seis candidatos inscritos nessa eleição. Sua vitória não foi reconhecida pela Justiça Eleitoral em razão da sublegenda – artifício jurídico aprovado à época pelo Congresso Nacional, sob pressão do regime militar, para barrar a vitória dos candidatos majoritários da Oposição em todo o Brasil.
Em 1986, rompeu com o governador Gilberto Mestrinho desligando-se do PMDB e passando a integrar o Partido Socialista Brasileiro (PSB). Aderiu ao Movimento “Muda Amazonas” – força política de oposição alternativa liderada pelos então jovens Mário Frota e Arthur Virgílio Neto – e participou das eleições proporcionais daquele ano. Embora tenha recebido expressiva votação, foi diplomado como 3º suplente de deputado estadual, sem jamais ser chamado a assumir a Assembleia Legislativa.
Nesse mesmo ano, reassumiu suas funções no Ministério Público Estadual, mas delas se afastou novamente, em 1992, desta feita para concorrer às eleições de 15/11/1992, pelo Partido Social Trabalhista (PST), sendo eleito vereador à Câmara Municipal de Itacoatiara. Empossado no ano seguinte e logo integrado à bancada da Oposição, promoveu intensa batalha parlamentar em prol da ética e contra os desmandos políticos.
Entre os projetos de sua autoria, apresentados e discutidos em plenário, destacou-se aquele que resultou aprovado pela Casa Legislativa e, após sancionado pelo então prefeito Mamoud Amed Filho, transformou-se na Lei nº 17, de 22/06/1993. A norma tratava da subdivisão do distrito-sede do Município, fixando os limites territoriais do centro urbano da cidade e dos 12 bairros então existentes.
Em meados de 1995, ainda que houvesse transcorrido apenas a metade do seu mandato na edilidade municipal, por desencanto Francisco Gomes renunciou à vereança e desligou-se definitivamente da atividade político-partidária. Preferiu dar ênfase às suas atividades intelectuais e voltou a fixar residência em Manaus.
Antes, porém, doou sua Biblioteca ao município: cerca de 3.000 livros – obras de direito, literatura adulta e infantojuvenil, história, sociologia, geografia, entre outros – que passaram a integrar a Biblioteca Municipal Manoel Anísio Jobim. Levou apenas cerca de 500 a 700 livros e, em Manaus, montou outra menor e mais selecionada, para uso pessoal e familiar.
Ocupado em estudar e divulgar a trajetória de Itacoatiara, sempre se pautou pela intransigente defesa da cultura municipal. Uma clara e fortíssima vocação telúrica o motiva e conduz a estar sempre a serviço da comunidade onde nasceu. A obra de Francisco Gomes da Silva é conhecida no mundo inteiro e especialmente valorizada em Itacoatiara, cidade que continua a frequentar sempre. Ele é citado e bibliografado por dezenas de autores regionais e nacionais, e igualmente reconhecido por entrevistas e palestras em sua cidade, na capital e fora do Estado do Amazonas.
Ao longo de décadas, tem sido presença constante nas Revistas do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas e da Academia Amazonense de Letras, onde publica regularmente discursos, teses e registros biográficos e histórico-culturais de sua autoria. Sua contribuição não apenas preserva a memória coletiva, mas também inspira novas gerações de estudiosos e escritores, consolidando-se como uma das referências no cenário intelectual amazonense.
Em 12 de maio de 2012, montou o Blog do Francisco Gomes – Itacoatiara (Amazônia): história & cantigas, veículo de divulgação da Cultura Amazônica. Desde então, toda segunda-feira, sem falta, uma nova publicação chega. É um espaço plural, organizado em seções que refletem a amplitude do olhar de seu criador: História, Literatura, Ciência, Economia, Notícias & Eventos, Galeria e Vídeos – tudo atravessado pela Amazônia como fio condutor, mas sem folclore de cartão-postal.
Este Portal está disponível em sete idiomas: português, inglês, espanhol, alemão, italiano, russo e chinês. Nele, Itacoatiara é ponto de partida, não de chegada. Pesquisadores, escritores, professores e leitores que têm algo a dizer sobre a Amazônia, sua História e sua Cultura, podem contribuir com textos. Essa abertura transforma o espaço num projeto coletivo de memória – e não apenas no diário de um autor. Esse Portal tem espaço para pessoas que têm uma história para contar ou um poema que nasceu da terra molhada do Amazonas.
Blog do Francisco Gomes
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