Manaus, 27 de julho de 2026

Literatura

Profundo rio

Amanheço no interior, No interior dos rios! Rio dos peixes, Rio dos ventos, Rio do passado (e dos presentes!) Rio dos prazeres, Rio de promessas, Rio da gente, Riso encantado, Ah… manhã de rio!

Meu gozo

Só quero acordar de manhã E abrir a janela do fundo E respirar o cheiro do mato E deixar a brisa me cheirar… E pular a janela descalço E arrancar frutos amarelados E morder

Pescaria

No beiradão, Sobre o jirau, As iscas esperam O animal… À espreita, o bicho, Rompe ligeiro e racional, Sabe que a pesca Não é normal. Hoje há carne, Isca de nome Ante a cabocla,

Farofa da Vila

No interior da Amazônia ao contrário das grandes metrópoles regionais, parece que o tempo passa devagar, como a correnteza do Amazonas, em que, da orla da cidade os garotos contemplam ainda uma natureza viva,

Sagrada e popular

*Raquel Carneiro Em versões para diferentes grupos e denominações, a Bíblia alimenta um mercado livreiro vigoroso e se expande em aplicativos e edições eletrônicas. No princípio era o verbo, diz o Evangelho de São

A literatura desavergonhada

*José Francisco Botelho O mundo letrado às vezes esquece que ler é prazer. O ano de 1513 não foi gentil com Nicolau Maquiavel. Em uma das célebres confusões políticas da Itália renascentista, o astuto