Manaus, 27 de julho de 2026

Literatura

Barbárie Amazônica

O estigma da incivilidade que se colou ao nosso Estado cada vez fica mais difícil de ser superado. As suas manifestações podem ser vistas em quase todos os momentos da vida amazonense … Manifestações

Moacir Andrade

E difícil pensar na arte amazonense sem pensar em Moacir Andrade. No entanto, este pintor de técnica apurada e fidelidade ao seu próprio mundo em constante mutação não é um artista fácil de se

Um modelo equivocado

Já repeti várias vezes e volto a insistir que considero o modelo desenvolvimentista imposto pela ditadura militar para a Amazônia um erro brutal, diria mesmo um crime. E pela lógica, a implantação da Zona

E o equívoco continua

Apesar de já ter publicado as mesmas ideias sobre a Zona Franca muitas vezes nesta coluna, a última, de domingo passado, despertou uma espécie de sinal de alarme entre alguns membros interessados na perpetuação

Um gigante mendigo

Nossas elites (com o perdão da má aplicação do conceito) sempre buscaram a comiseração nacional e ao sensacionalismo patrioteiro, restando na memória o folhetim ridículo de nossas derrotas. Para lembrar o fracasso da economia

As várias línguas

Na Amazônia até meados do século XIX a língua portuguesa não era hegemônica. Quase todo mundo falava um idioma de sua etnia materna e o nheengatu, a boa língua. Em muitas câmaras de vereadores