
Moacir Andrade
E difícil pensar na arte amazonense sem pensar em Moacir Andrade. No entanto, este pintor de técnica apurada e fidelidade ao seu próprio mundo em constante mutação não é um artista fácil de se
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E difícil pensar na arte amazonense sem pensar em Moacir Andrade. No entanto, este pintor de técnica apurada e fidelidade ao seu próprio mundo em constante mutação não é um artista fácil de se

Já repeti várias vezes e volto a insistir que considero o modelo desenvolvimentista imposto pela ditadura militar para a Amazônia um erro brutal, diria mesmo um crime. E pela lógica, a implantação da Zona

Apesar de já ter publicado as mesmas ideias sobre a Zona Franca muitas vezes nesta coluna, a última, de domingo passado, despertou uma espécie de sinal de alarme entre alguns membros interessados na perpetuação

Nossas elites (com o perdão da má aplicação do conceito) sempre buscaram a comiseração nacional e ao sensacionalismo patrioteiro, restando na memória o folhetim ridículo de nossas derrotas. Para lembrar o fracasso da economia

Na Amazônia até meados do século XIX a língua portuguesa não era hegemônica. Quase todo mundo falava um idioma de sua etnia materna e o nheengatu, a boa língua. Em muitas câmaras de vereadores

“Aconteceu uma mudança profunda na economia da cultura a partir dos anos 70. Os espetáculos eram bancados pelos seus produtores … … em geral os próprios artistas, que se organizavam em empresas. Esse teatro