Meu canto
Quero cantar o meu canto antes que outros venham dizer as coisas que eu sinto, sofrer as mágoas que eu sofro, erguer a voz nas quebradas glorificando o perigo deste amor que se faz
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Quero cantar o meu canto antes que outros venham dizer as coisas que eu sinto, sofrer as mágoas que eu sofro, erguer a voz nas quebradas glorificando o perigo deste amor que se faz
Em 1963, quando publicou os contos de “Alameda”, Astrid Cabral foi saudada pela crítica brasileira como uma grande promessa literária. Nascida em Manaus, em 1936, foi fundadora do Clube da Madrugada, formando-se em letras
*Irmãs Rosa Telles e Marilia Menezes, ASC No início de 2014, quisemos escrever algumas linhas sobre um dos ministérios da nossa Congregação: o das tradutoras do material que é enviado pelas Irmãs da Administração
Durante todo o processo de formação da identidade nacional e a criação da cultura brasileira, a Arte do Amazonas teve participação de primeira grandeza. O estado legou ao Brasil alguns de seus mais notáveis
Cantai-Ihe esperando o dia, cantai-Ihe na terra escura. Cantai-Ihe de joelhos, cantai-Ihe velada mente, cantai-Ihe como as que esperam criança. Porque o que é forte se fez tenro, o infinito se fez
Qualquer apreciação a propósito das letras amazonenses, sem uma referência aos povos indígenas, fica completamente sem sentido. Do outro lado da fronteira cultural que divide a Amazônia, nos espreita uma amplidão fantástica, uma tradição