Manaus, 28 de março de 2026

Literatura

Belém, Belém, nunca mais fico de bem!

Não sei como a meninada se comporta nos dias de hoje. As amizades infantis da minha infância tinham um código lúdico bem peculiar. Alguém ficava magoado e chateado. Era preciso saber se a amizade

Vim de igarité a remo (Ensaios e memória)

Continuação …. Cultura A Amazônia Ocidental VII O episódio da borracha da Amazônia está envolto sob as nuvens da verdade e do mito. A história que sempre vem depois para por ordem nas coisas,

Doces palavras – Dia da Mulher

Há alguns dias escrevi crônica cujo título foi Palavras, palavras, palavras. E confessei que sou um apaixonado por palavras. Há os que são apaixonados por números. Assim como há poetas e escritores, há numerólogos

Crônicas do cotidiano: Custa crer, mas é verdade

Das minhas janelas ouço os brados exaltadores de “Selva!”; gritos dos novos recrutas que acabaram de incorporar e, pela primeira vez, adentraram aos quartéis ostentando a farda do Exército Brasileiro. As bandas de música

Vim de igarité a remo (Ensaios e memória)

Continuação …. Cultura A Amazônia Ocidental VI Nesse discurso, após um largo exórdio, Álvaro Maia tece ampla metáfora sobre a natureza amazônica, os rios, a floresta, logo se referindo ao fato político do 9

Crônicas do cotidiano: “É tarde, é tarde demais”

“Palavra alguma ilumina -/ Deus nenhum levanta a mão -/ até onde alcança a vista/vejo terra em vastidão.//Sombra nenhuma se move,/forma alguma se desfaz./E mais uma vez eu ouço:/é tarde, é tarde demais” (Hannah