
O Mindu, os presidiários e o ministro
“Assim como muitos rios da Amazônia, o Brasil lastima a destruição natural dos seus igarapés, como os “rios” Tietê e Pinheiros, que banham a capital paulista, e sabe da gestão laissez-faire do poder público,

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“Somos e estamos vulneráveis, como ilustra a redução das alíquotas de importação de bicicletas e a redução de 10% nas NCM’s dos eletros eletrônicos. Portanto, está em nossas mãos salvar ou esvaziar a ZFM.”

O canudo predatório de refrigerantes já tem sucedâneo sustentável e as sacolas retornáveis, preferencialmente de retalhos, bem poderiam virar bandeira de iniciativa popular. Vamos encarar? Damos meia volta e esbarramos, sempre, no papel transformador

Esta é uma estória sem agá nem pudor, com capítulos sombrios e numerosos, que suprimem ou adiam empregos, oportunidades, a diversificação da produção, maior distribuição da riqueza que, ironicamente, quando gerada, é abocanhada pelo

Por que o Brasil não dá a menor importância para esse almoxarifado biótico? E o que é pior: não deixa ninguém se habilitar a fazê-lo. Quer dizer, a venda de terras para estrangeiros e

“Além da Bioeconomia, vários novos negócios estão rodando. Precisamos nomeá-los, priorizar os mais promissores e financiar outros para que peguem vento. Sem conflito nem confronto”. Sem qualquer tipo de sondagem aos atores regionais para