
As borboletas
“ A borboleta que tenho nas mãos está viva ou morta?”, perguntou o jovem cientista a um monge sapiente para testar seu discernimento e prontidão. “Se eu disser que ela está viva, ele vai

“ A borboleta que tenho nas mãos está viva ou morta?”, perguntou o jovem cientista a um monge sapiente para testar seu discernimento e prontidão. “Se eu disser que ela está viva, ele vai

Restou insensato, sintomático e deselegante – entre os interessados na querela – o caminho escolhido pelo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, para, oficialmente, desengatar o nó do Centro de Biotecnologia da Amazônia. No Diário

Temos usado o dedo em riste na direção da União federal, na cobrança da infraestrutura logística, energética e de comunicação, para viabilizar o modelo ZFM, esquecendo de fazer o dever de casa. Com um

Como todo filósofo, o ministro Mangabeira Unger, ora em roteiro amazônico por Manaus, exerce a facilidade da narrativa, transitando com desenvoltura entre ideologia e ciência. Ele, mais do que seus pares, sabe a que

A decisão de terceirizar o serviços da Suframa é a crônica sinistra de uma morte anunciada. O jogo da prorrogação dos incentivos faz lembrar o expediente da morte súbita, conquistada com o auxílio da

Antes tarde do que nunca o governo estadual se rende às obviedades e imperativos da criação das Novas Matrizes Econômicas, negócios coerentes com a vocação regional de geração de riqueza. O olhar estrangeiro arregalou