Manaus, 23 de março de 2026
*Poeta e ensaísta, natural de Itacoatiara. Membro da União Brasileira de Escritores do Amazonas (UBE-Am), da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.

Postagens do autor

O mercado grande

Poema recolhido da obra “Pedra Pintada (uma viagem à cidade da minha primeira infância)”, ainda inédita. De manhã bem cedo eu ia a cesta de palha a tiracolo com a minha irmã rana fazer

O cine Botafogo

Desde cedo vinha a música para a rua do cinema da cidade, passavam filmes de faroeste, de mocinho e bangue-bangue. Já despontavam as chanchadas da Atlântida. O rio passava em frente silencioso com a

As luzes da cidade

Lá no sítio Roseiral as noites se iluminavam com a luz de lamparinas, barulhavam nos escuros aves e insetos noturnos, eram sensações malinas, sapos, murucututus nas noites cheias de trevas, corujões, rasgas-mortalha, vaga-lumes sobre

Padaria Biju

Poema recolhido da obra “Pedra Pintada (uma viagem à cidade da minha primeira infância)”, ainda inédita. O pão de trigo chegou ao Roseiral bem mais tarde, para mim o pão de trigo era novidade.

Viagens do Roseiral

Poema recolhido da obra “Pedra Pintada (uma viagem à cidade da minha primeira infância)”, ainda inédita. Nossa canoa cortava as águas do paraná, ia de remo ou de vela a canoa a navegar, quando

A Avenida Parque

Ao Francisco Gomes da Silva, historiador da Velha Serpa. Poema recolhido da obra “Pedra Pintada (uma viagem à cidade da minha primeira infância)”, ainda inédita. Por uma larga avenida a cidade nos recebe, história