Manaus, 2 de fevereiro de 2026
*Amazonense de Manaus. Historiador. Bacharel em Direito, especializado em Direito Agrário, pós-graduado em Administração de Política Cultural e Mestre em Direito Ambiental. Professor da Escola Superior da Magistratura do Amazonas e da Universidade do Estado do Amazonas. Ex-presidente da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. Ex-Secretário de Estado de Cultura, desde 1997 até 2017 e atual Presidente da Academia Amazonense de Letras.

Postagens do autor

O grande acampamento

Deixei assentar o impacto pelo encantamento de um amigo, afilhado de casamento e pessoa de boa conversa e alegria ímpar, para conseguir ofertar-lhe o necrológio devido pela sua grandeza de alma e de artista.

Palácios e palacetes de Manaus

Ainda no curso dos festejos dos 356 anos da presença do homem europeu nessa região com o surgimento do forte de São José da Barra do Rio Negro, convencionalmente fixada em 24 de outubro

Manaus: patrimônio em metal

No correr do 356.º ano da presença europeia em Manaus, contados do início da construção do Forte de São José da Barra do Rio Negro confirmada por historiadores de larga tradição, recordo uma particularidade

Justa homenagem

Tenho comigo que cada um dos leitores guarda boas recordações de seus professores, em todos os níveis de escolarização que perlustraram, certamente porque foram eles, com dedicação e esmero, os que abriram os caminhos

Retrato a crayon

Corria o ano de 1893 e Manaus vivia a efervescência do apogeu da economia da borracha em pleno governo Eduardo Ribeiro (1892-1896), época em que tudo de chic e sofisticado, inclusive nas artes, parecia

Arengas do Thaumaturgo

Gregório Thaumaturgo de Azevedo foi governador do Amazonas (1891-1892), após ser afastado do governo do Piauí, sua terra de nascimento, logo ao alvorecer da República, designado pelo marechal Deodoro da Fonseca por influência do