
Crônicas do cotidiano: O Reino das Narrativas
O assunto é complexo, embora esteja na pauta da mídia, na lembrança dos que o ouviram milhares de vezes nas CPIs do Congresso Nacional, quando um Senador “Lero-Lero” repetia ad nauseam que tudo era

O assunto é complexo, embora esteja na pauta da mídia, na lembrança dos que o ouviram milhares de vezes nas CPIs do Congresso Nacional, quando um Senador “Lero-Lero” repetia ad nauseam que tudo era

Ao retomar a discussão sobre a Amazônia, não posso esquecer deste vaticínio perverso: “A Amazônia selvagem sempre teve o dom de impressionar a civilização distante. Desde os primeiros tempos da colônia, as mais importantes

Frequentemente, telespectadores demonstram desconforto nas redes sociais por exagero de alguns colegas nossos da imprensa. Analisando a situação caso a caso, parece que o uso excessivo do cachimbo deixou figuras respeitáveis do jornalismo com

Coisa maluca, tudo de ponta-cabeça e muita gente feito hiena rindo enquanto o circo pega fogo. Procura-se alento, dificilmente o encontramos, pois os atores que movem o mundo estão empenhados na derrota das iniciativas

“Janelas. Como evitar ver nelas a metáfora do olho? Fiando-a, ela produz suas próprias submetáforas: tela do véu, ponto cego, estriamentos do bater de pálpebras, humores do corpo, esta lágrima, este sorriso, as nuvens

O ditado é popular, já foi enredo de Escola de Samba (Unidos da Tijuca, 1983), está na boca do povo e parece atualíssimo para a ocasião que vivemos, quando todos os nossos referenciais, todas