
Relatos pessoais da Manaus da minha infância
O Igarapé de Manaus era ponto tradicional do banho diário, com brincadeiras, reboque de motor, e ainda a Ponte Cabral que, quando o rio secava, fazíamos um pequeno campo de futebol. Recordar é viver

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As crateras dos meteoritos do Rio Curuçá (Am) Na manhã de 13 de agosto de 1930, os céus do alto Javari e do seu afluente Curuçá avermelharam. Logo se seguiu uma chuva de poeira,

Continuação…. O Autor desta crônica, quando criança, fez o Pré-primário em 1954 e o 1º Ano A em 1955, ambos com a professora Raymunda (Diquinha) Auzier Moreira (1913-1971); o 1º Ano B em 1956 e o 2º Ano Primário em 1957, com a professora Cleide Rattes de Oliveira (1933-1968);

O “Pereirinha” que conheci – Francisco Pereira da Silva – poeta, jornalista e advogado, já não tinha mais o vigor dos anos 1930 quando enfrentou e venceu os últimos estertores da resistência contra a

Em agosto de 1874 foi solenemente colocada a pedra fundamental do hospital projetado no terreno do Largo da Uruguaiana, momento em que estiveram presentes todas as autoridades da província. Espelho fiel do nascimento e desenvolvimento

A tumba da Santa Casa A nossa Santa Casa de Misericórdia é anterior ao Hospital da Sociedade Portuguesa Beneficiente do Amazonas, e embora não seja uma das mais antigas do País, pois data da