
O poeta está com medo
Borboletas amarelas deixaram de aparecer nos espaços das janelas. Desistiu a saracura de cantar pela manhã no meio de tanta chuva. Corta no espaço um relâmpago, o temporal na cidade encheu as casas de
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Borboletas amarelas deixaram de aparecer nos espaços das janelas. Desistiu a saracura de cantar pela manhã no meio de tanta chuva. Corta no espaço um relâmpago, o temporal na cidade encheu as casas de

Durante esse confinamento que parece não ter fim, converso com meu amigo Chaguinhas, via whats app, sobre vários assuntos, inclusive a pandemia. Chaguinhas se diz abismado com algumas atitudes deploráveis perpetradas por algumas pessoas

Derrubadas, queimadas Raios, trovão, estilhaços no chão… As vimos, aos farelos, no colosso do Norte, as torres gêmeas: Presas de um furacão. Uma frase se ouviu e se espalhou: “depois deste terror, o nosso

Um americano de cor branca ajoelhou-se no pescoço de George Floyd, outro americano de cor preta. O branco sufocou o preto, matando-o. Milhares de pessoas da raça humana, da qual ambos pertencem, se indignaram

*Francisco de Abreu Cavalcante Pertence ao segundo livro “Maravilhas da vida” a ser publicado em breve. I Tenho uma sobrinha querida Como outras mais nesta vida, Cujo nome, faz jus à natureza Nesta floresta

(Melodia à vontade) Coro: É data querida. / que pena é pandemia! a voz e o violão / celebrem este dia Apesar do “fique em casa” Em casa vamos cantar A vida é