Manaus, 28 de março de 2026

Literatura

Um modelo equivocado

Já repeti várias vezes e volto a insistir que considero o modelo desenvolvimentista imposto pela ditadura militar para a Amazônia um erro brutal, diria mesmo um crime. E pela lógica, a implantação da Zona

E o equívoco continua

Apesar de já ter publicado as mesmas ideias sobre a Zona Franca muitas vezes nesta coluna, a última, de domingo passado, despertou uma espécie de sinal de alarme entre alguns membros interessados na perpetuação

Um gigante mendigo

Nossas elites (com o perdão da má aplicação do conceito) sempre buscaram a comiseração nacional e ao sensacionalismo patrioteiro, restando na memória o folhetim ridículo de nossas derrotas. Para lembrar o fracasso da economia

As várias línguas

Na Amazônia até meados do século XIX a língua portuguesa não era hegemônica. Quase todo mundo falava um idioma de sua etnia materna e o nheengatu, a boa língua. Em muitas câmaras de vereadores

Nos palcos da vida

“Aconteceu uma mudança profunda na economia da cultura a partir dos anos 70. Os espetáculos eram bancados pelos seus produtores … … em geral os próprios artistas, que se organizavam em empresas. Esse teatro

Eras e aquarelas

*Manoel Domingos de Castro Meu caleidoscópio era íntimo da paisagem… Tive horas de abius verde-amarelos, De abricós, manga-espada e cutites, Tive tempo de banhos na rampa, Quintal da Igreja… ventos singelos, Tivemos peladas com