Soneto
A saracura enfiara o bico verde na manhã pétrea e lúcida dos galos, feriu com o seu bico o lençol leve do dia que se abria como um lago de peixes de silêncio, massas ázimas
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A saracura enfiara o bico verde na manhã pétrea e lúcida dos galos, feriu com o seu bico o lençol leve do dia que se abria como um lago de peixes de silêncio, massas ázimas
*Lya Luft Escrevo de momento um livro sobre a passagem do tempo, que sempre me fascinou, não apenas pelo fato em si, mas pela nossa dificuldade em lidar com ele. O livro se chama
A balsa da Petrobrás repleta de petróleo, Qual sucuri de prata, descendo o Solimões, Fantástica, vai rente à margem, Com os grandes olhos vermelhos à frente e atrás, bem devagar, temendo um desastre ecológico,
Conheci aquele homem assim que passei a morar em Manaus pelos idos de 1986. Já o lia desde o antigo ginásio e admirava suas poesias. Uma vez ganhei – na Velha Serpa – um
Aqui tivemos um Estado antes de sermos uma Nação. Um Governo que quer governar em povo. E tudo foi mera coincidência. No instante em que as caravelas de Pedr’Alvares tocavam as Terras Brasilis, em
À margem da grande estrada, a imponente castanheira impõe-se sempre encantada, muito viva e verdadeira. Parece até uma luz, a proteger o caminho. Quem a olha se conduz e nunca está mais sozinho. Se