Manaus, 3 de fevereiro de 2026

Literatura

Barro Verde

– 3 – No rio a lâmina transluz-se forte, pedaço fulvo de praia e sal. Os peixes nascem: escamas vivas, escumas alvas, rio coalhado. Lembro-te à mesa de toalha branca e pratos limpos, pimenta

Quem são elas?

Estas que estão com vestes brancas, quem são? de onde vieram? Estas que seguem o Cordeiro Jesus, onde quer que ele vá, Quem são? De onde vieram? E que cantos são estes que escutamos,

O exemplo que vem de Belém

No feriado da quinta passada armaram um verdadeiro restaurante na Eduardo Ribeiro, com direito a mesas e cadeiras distribuídas pelo asfalto, quase na esquina da Saldanha Marinho. Nenhuma autoridade apareceu para coibir o abuso:

Barro Verde

– 1 – Me assumi no barro de capins e esterco para o canto fresco das manhãs da várzea. Força-me no verso – alguidar polido – o cuidar do canto e o talhar de

Teu coração tornou-se um mar

Depois que tu vieste morar e trabalhar nas terras do Rio Mar teu coração se alargou ainda mais e transformou-se em Mar. Teu coração tornou-se um oceano ou então um RIO MAR, sem ter

Um basta ao preconceito

Nossa cidade e nosso estado foram construídos por gente das mais diversas origens e costumes. E é um absurdo que aqui se alimente preconceito de qualquer espécie. Principalmente preconceitos culturais e de étnicos. Vejamos