E agora o que fazemos?
*Lya Luft Passaram as festas. Traçados os projetos, dados os abraços, reuniões de família e amigos superadas, boas e alegres ou chatas e fingidas. De repente cessa o tumulto e estamos sós diante da
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*Lya Luft Passaram as festas. Traçados os projetos, dados os abraços, reuniões de família e amigos superadas, boas e alegres ou chatas e fingidas. De repente cessa o tumulto e estamos sós diante da
“Há um rio cuja torrente alegra a cidade de Deus…” Sl. 46,4 Minha mãe é um rio de águas grandes, profundas, como “os caudais do Amazonas”. É um rio que brotou da montanha
Em 1896, bem antes de São Paulo, a cidade de Manaus recebeu a luz elétrica, e com a eletricidade o Teatro Amazonas foi a primeira casa de óperas do país a ter seu equipamento
(Tributo à Pedra Pintada) Desde cedo, moro na Pedra! Uma Pedra com vida! Dura vida! Daí minha existência pétrea! Sonhos britados. Mundo petrificado. Verso marmorizado. No caminho das pedras, Prossigo! Uma me traz
Sentada, um dia, ao piano, cansada e aborrecida, deixei correr meus dedos, vagamente, sobre as teclas… Já não recordo o que estava tocando, com o que estava sonhando. De repente encontrei um
Neste domingo, quando os meus sete leitores estiverem lendo esta coluna, estarei em Portugal, mais precisamente em Sertã, a freguesia onde nasceu o cineasta Silvino Santos. A sensação de um brasileiro em Portugal é