Ode a meu pai Elesbão Farias
Aprendeu no comércio a ler, escrever, contar, mas de tal modo que compunha poemas, proferia discursos de improviso e mantinha correspondência em estilo afável. Aprendeu a ler tão bem que incutiu nos filhos
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Aprendeu no comércio a ler, escrever, contar, mas de tal modo que compunha poemas, proferia discursos de improviso e mantinha correspondência em estilo afável. Aprendeu a ler tão bem que incutiu nos filhos
À memória de nosso avô paterno, Pompílio José Marques Apresentação Este relato foi resultado de uma provocação da parte do amigo e historiador Francisco Gomes da Silva, que atiçou a mim e ao meu
O Brasil, do ponto de vista da indústria cultural, é um país concentrador. Como a França, que tem Paris como epicentro cultural e político, a capital cultural do Brasil é o Rio de Janeiro,
Sobre Glauber Rocha posso mesmo dizer que onde nossos destinos se cruzaram, tivemos muitos embates intelectuais. No final do anos 60, um pouco antes de Glauber realizar Barravento, começamos uma troca de correspondência, em
*Lya Luft Tempos atrás, num programa cômico de televisão, uma jovem americana radicada no Brasil, a cada comentário sobre violência ou malandragem neste país, pronunciava com muita graça: “Brasileiro bonzinho!”. E a gente se
Nem que eu enfrente essa Chimera Eu preciso dessa nova estação Não me minta a primavera Nem consinta que eu parta assim Sem primeiro destruir Os moinhos que causam temor É por isso que