Manaus, 22 de março de 2026

Literatura

Ode a Bruno de Menezes

O velho Bruno foi-se embora no timbre dos tambores dos terreiros, incorporado aos sons das ruas no cântico dos ritmos negreiros. Os subúrbios de Belém floresceram na voz do velho Bruno, seus pés eram

O Desfecho daquela noite em Paris

Minha evocação de Glauber Rocha no domingo passado tocou a curiosidade de alguns de meus sete leitores, que pediram que contasse o que se passou naquela noite em Paris, durante o jantar no Procope,

Três senhoras sentadas

* Lya Luft Eram três mulheres de uns 50 anos, simples, robustas, cansadas e suadas, esperando ônibus no Rio havia mais de uma hora. Calor, desconforto. A van que costumavam usar a caminho de

Ode a meu pai Elesbão Farias

Aprendeu no comércio a ler, escrever, contar, mas de tal modo que compunha poemas, proferia discursos de improviso e mantinha correspondência em estilo afável.   Aprendeu a ler tão bem que incutiu nos filhos

Pompílio José Marques um Servidor Republicano

À memória de nosso avô paterno, Pompílio José Marques   Apresentação Este relato foi resultado de uma provocação da parte do amigo e historiador Francisco Gomes da Silva, que atiçou a mim e ao meu

Colonialismo Cultural

O Brasil, do ponto de vista da indústria cultural, é um país concentrador. Como a França, que tem Paris como epicentro cultural e político, a capital cultural do Brasil é o Rio de Janeiro,