Dona Vita
Manhãzinha de 24 de janeiro. Abro o computador (hábito diário desde que “aposentei” meus antigos companheiros: a máquina de escrever, o papel-carbono e o mimeógrafo) e tomo um choque: e-mail assinado pelo amigo Zé
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Manhãzinha de 24 de janeiro. Abro o computador (hábito diário desde que “aposentei” meus antigos companheiros: a máquina de escrever, o papel-carbono e o mimeógrafo) e tomo um choque: e-mail assinado pelo amigo Zé
“O blog está bombando”. A expressão acima, embutida em recente mensagem de um jovem intelectual de Itacoatiara, nos leva a constatar que em menos de 10 meses de existência este blog realmente caiu nas
(Dedico ao amigo Francisco Gomes) À beira do lago de Serpa, De águas correntes , Dos botos-vermelhos Do Arauató . Uma bebida estranha, O tacacá, servido em cuias, Sorvida por mulheres e homens, Com camarão e
(Dedico ao poeta Elson Farias) Quando me lembro Do Rio Amazonas beijando as ribanceiras, Na piracema, no ROSEIRAL! Onde tinha um quintal imerso Com muitas roseiras: vermelhas, amarelas, róseas e brancas… E uma
*Celdo Braga Chega a dar água na boca quando eu começo a lembrar de uma boa caldeirada de branquinha, de cará, de bodó, acari-pedra, tucunaré, tamuatá. Ainda na caldeirada o gostoso tambaqui, a
Ele sim sabia tudo, uma por uma estas lajes: – ali enterrei meu mano, ali velei e chorei. Agora a ronda mudou, nada de cortejos fúnebres, caixões de azul e violeta face funda de