Manaus, 20 de setembro de 2026

Literatura

Nós, os desordeiros

*João Ubaldo Ribeiro “É comum que, quando estamos falando mal do Brasil, nos refiramos na terceira pessoa tanto ao país quanto ao seu povo. Dizemos que o brasileiro tem tais ou quais defeitos graves, como

Balada da cidade do meu primeiro amor

Canoa do Roseiral vai no Paraná de Serpa corta as águas cor de barro no remo e no vento a vela, o remo de coração bate o remador na falca faz nas águas sons

Isto é o Rio Amazonas

Tudo é união: o furo se une ao rio, O rio ao paraná, o paraná ao igarapé. O igarapé ao igapó, o igapó à cabeceira A cabeceira à ressaca, a ressaca aos rios. Os

Marissol

*Francisco de Abreu Cavalcante Seu nome é natureza, Seu corpo espelha beleza De um desvelo sem par De adolescência vivida Na doce estrada da vida De sonho voltado ao mar. No meio desta floresta,

Árvores que são Cálices

Árvore da Amazônia! Tens a forma de um cálice Enraizado no solo desta  gente, e com tua copa aberta ao Infinito! Cálice de sangue… Sangue desse teu tronco decepado vendido e transportado como o pau-brasil.