
O espólio da bajulação
Temos usado o dedo em riste na direção da União federal, na cobrança da infraestrutura logística, energética e de comunicação, para viabilizar o modelo ZFM, esquecendo de fazer o dever de casa. Com um

Temos usado o dedo em riste na direção da União federal, na cobrança da infraestrutura logística, energética e de comunicação, para viabilizar o modelo ZFM, esquecendo de fazer o dever de casa. Com um

Como todo filósofo, o ministro Mangabeira Unger, ora em roteiro amazônico por Manaus, exerce a facilidade da narrativa, transitando com desenvoltura entre ideologia e ciência. Ele, mais do que seus pares, sabe a que

A decisão de terceirizar o serviços da Suframa é a crônica sinistra de uma morte anunciada. O jogo da prorrogação dos incentivos faz lembrar o expediente da morte súbita, conquistada com o auxílio da

Antes tarde do que nunca o governo estadual se rende às obviedades e imperativos da criação das Novas Matrizes Econômicas, negócios coerentes com a vocação regional de geração de riqueza. O olhar estrangeiro arregalou

A palavra grega krísis era usada na medicina pelos médicos antigos com um sentido emblemático. Quando o doente, depois de medicado, entrava em crise, era sinal de que haveria um desfecho: a cura ou

Há uma unanimidade preocupante em torno da aquicultura no Amazonas como uma das óbvias e novas matrizes econômicas. Urge sair do discurso ideológico das potencialidades para a prática efetiva e imediata da necessidade. Por