Manaus, 21 de março de 2026
*Poeta e ensaísta, natural de Itacoatiara. Membro da União Brasileira de Escritores do Amazonas (UBE-Am), da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas.

Postagens do autor

As Náiades e mãe d’água (IX)

Palavras finais A literatura no Amazonas, nestes últimos cem anos, A tem sido estudada em termos gerais, por diversos au tores. Entre os mais conhecidos destacam-se Anísio Jobim (A intelectualidade no extremo norte, 1934),

As Náiades e mãe d´água (VIII)

Depois da madrugada – continuação Cacilda Barbosa Cacilda Barbosa (1941) vê o caboclo com sensualidade, exibindo cada vez mais o aspecto humano de seus versos. Há em sua obra poética forte tônus voluptuoso. Verdadeiro

As Náiades e mãe d’água (VIII)

Depois da madrugada Abriram-se as janelas da moderna poesia no Amazonas. O Movimento Madrugada assumiu o papel de defensor de um novo modo de ver e de dizer como se vê a vida por

As Náiades e mãe d’água (VII)

A poesia moderna – continuação Thiago de Mello No interregno entre a eclosão do Movimento Madrugada e a implantação da poesia moderna, Thiago de Mello (1926) é reconhecido desde a estreia em 1951, como

As Náiades e mãe d’água (VII)

A poesia moderna s poetas amazonenses ainda eram assinalados, nas primeiras décadas do século XX, pela estética simbolista e parnasiana. Raros se insurgiam contra esse statu quo estético, tal como fez Violeta Branca, uma

As Náiades e mãe d’água (VI)

Poetas dos rios e da floresta Tenreiro Aranha permaneceu figura solitária por um bom tempo, no panorama das letras amazonenses, escrito pelo soldado português Henrique João Wilkens35, publicado em 1819 em Lisboa. Henrique João