
Sobre os mortos e a morte
Cremação ou enterro, o cemitério São João Batista como biblioteca silenciosa e o Dia dos Mortos mexicano: Pedro Lucas Lindoso sobre os ritos que ajudam quem fica.

Cremação ou enterro, o cemitério São João Batista como biblioteca silenciosa e o Dia dos Mortos mexicano: Pedro Lucas Lindoso sobre os ritos que ajudam quem fica.

Manáos, 24 de outubro de 1900: a carta de Bento Pedro à esposa Isabel descreve o fausto da borracha, a libra esterlina mandando nos preços e a morte recente de Eduardo Ribeiro.

Aparecida, os Círios da Amazônia, o Dia das Crianças, o Dia do Professor e a primavera: Pedro Lucas Lindoso sobre o que outubro reúne num mesmo gesto — proteger e celebrar a vida.
De Frank Sinatra a Iris Lettieri, a voz do aeroporto: Pedro Lucas Lindoso reúne as vozes que marcaram uma geração — e as que ficam sem nunca ter sido famosas.

Brâmanes, xátrias, vaixás e sudras ficaram na Índia — mas Pedro Lucas Lindoso encontra no Exército, na universidade, nos tribunais, nos hospitais e no Itamaraty os subgrupos brasileiros em que subir de posto quase nunca acontece.

Num banho na praia do Rio Negro, Pedro Lucas Lindoso descobre com dois curumins por que o caboclo ribeirinho não entra na água às seis da tarde — e como a Hora do Ângelus se encontra com os encantados do folclore amazônico.