
Dias no Amazonas. Tempo de Dom João Charuto
Na semana passada escrevi sobre a enorme variedade de palmeiras que temos por aqui. E ao falar de palmeiras mencionei Gonçalves Dias. Isso encantou uma jovem leitora que me passou o seguinte e-mail: “Caro

Na semana passada escrevi sobre a enorme variedade de palmeiras que temos por aqui. E ao falar de palmeiras mencionei Gonçalves Dias. Isso encantou uma jovem leitora que me passou o seguinte e-mail: “Caro

Gonçalves Dias, ao poetar “Minha terra tem palmeiras”, sabia das coisas. Mesmo porque esteve nos visitando, em nome de Pedro II, de maio a junho de 1861. Estudou línguas indígenas. Conheceu nossa flora e

Minha querida tia Idalina abomina palavrões. Acha “de última” como ela mesma diz. Quando se sente muito ofendida o máximo que se atreve dizer é que fulano é “filho de chocadeira”. Ora, essa expressão

Os falantes de Português, tanto no Brasil, como em Portugal e nos países lusófonos da África, usam muito pouco a palavra sim. Exemplos: Gostas de futebol? Gosto. Falas Inglês? Falo. O professor explicou a

Neste carnaval recebemos a visita de um casal amigo de São Paulo. Ela, ex-colega de trabalho. Ele biólogo, ora pesquisando pimentas. A vinda á Manaus não consistia somente em ver o teatro ou encontro

Domingo de sol. Mas teve um pouco de chuva. Passou. A meninada não para de correr. Chama atenção os que jogam futebol. Está rolando aquela bola. Os menores brincam de pique manja. A curuminzada