
Que Deus me defenda
Tia Idalina me telefona, via whats app evidentemente, apavorada: – Estou sendo espionada. Logo eu que não pertenço a nenhum partido político. Nem mesmo sou obrigada a votar! Fiz setenta anos recentemente! Não é
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Tia Idalina me telefona, via whats app evidentemente, apavorada: – Estou sendo espionada. Logo eu que não pertenço a nenhum partido político. Nem mesmo sou obrigada a votar! Fiz setenta anos recentemente! Não é

Depois da madrugada – continuação Cacilda Barbosa Cacilda Barbosa (1941) vê o caboclo com sensualidade, exibindo cada vez mais o aspecto humano de seus versos. Há em sua obra poética forte tônus voluptuoso. Verdadeiro

Segundo um antiquíssimo provérbio chinês “existem duas coisas duráveis que podemos deixar aos nossos filhos: as raízes e as asas”. Quando comecei a escrever o livro “Minha Herança”, que lanço oficialmente hoje, em encontro

“Adeus Segunda Feira Cinzenta”, canção de Zé Ramalho, lançada em 1978, foi, é e continua instigante, desde que a ouvi pela primeira vez: “Eu tenho um espelho cristalino/Que uma baiana me mandou de Maceió/Ele

Tenho evitado falar de política. Essa polarização está cansativa, desgastante e perigosa. Encontro meu amigo Chaguinhas. Está preocupado com os sucessivos decretos federais que prejudicam a o Polo Industrial de Manaus. O governo federal

Depois da madrugada Abriram-se as janelas da moderna poesia no Amazonas. O Movimento Madrugada assumiu o papel de defensor de um novo modo de ver e de dizer como se vê a vida por