Manaus, 27 de maio de 2026

Literatura

Integridade

Nas minhas aulas de Introdução à Economia, no primeiro período da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), quando ela funcionava no lindo prédio da Praça dos Remédios, em Manaus, aprendi que

As Náiades e mãe d’água (VII)

A poesia moderna – continuação Thiago de Mello No interregno entre a eclosão do Movimento Madrugada e a implantação da poesia moderna, Thiago de Mello (1926) é reconhecido desde a estreia em 1951, como

Onde há fumaça…

Os homens desde sempre se comunicaram entre si. Notícias, boas ou más, sempre foram transmitidas de várias maneiras. Os primeiros a utilizar o sinal de fumaça foram os povos indígenas americanos. Comunicavam-se rapidamente, fazendo

Urnas e democracia

A democracia, nas palavras imortais de Sir Winston Churchill, herói da Segunda Guerra Mundial, é a pior forma de governo, à exceção de todas as demais. Ela, quando genuína, permite o livre debate de

As Náiades e mãe d’água (VII)

A poesia moderna s poetas amazonenses ainda eram assinalados, nas primeiras décadas do século XX, pela estética simbolista e parnasiana. Raros se insurgiam contra esse statu quo estético, tal como fez Violeta Branca, uma