Manaus, 23 de março de 2026

Literatura

Pregação nos ônibus

Assumiu recentemente a Câmara dos Vereadores como suplente uma senhora muito ativa, muito cheia de ideias e vontades, que se intitula pastora Luciana. É interessante que prefere usar a marca de sua profissão que

Um toque de saudade, maestro!

O verão amazônico é flamejante no mês de setembro, semelhante ao Sol nas bancas de revista, como canta Caetano Veloso em “Alegria, Alegria”, música defendida no Festival Record, em 1967, quando foi vaiado ao

Clamor

*Francisco de Abreu Cavalcante   Ó Deus meu, atendei ao nosso clamor! Arrebatai desta terra, que é Vossa, a desumanidade hostil que é só nossa na insânia do esquecimento de Vós, ó Criador.  

Batuque

*Bruno de Menezes   – “Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá! – Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá!”   Rufa o batuque na cadência alucinante – do jongo do samba na onda

Fogueira de enchente

Foi no dealbar de 1948. Não, nem tanto. Já era maio, final de maio. A professora Cora Santana, esposa do renomado mestre Martins Santana, o gordo Martins Santana, tão gordo como competente na cátedra

Amazônida

Geralmente as pessoas acham que por ter nascido na Amazônia, mais precisamente em Manaus, sou uma pessoa com laços bastante estreitos com a natureza, com o mundo rural. Não é difícil de entender tal