
Um toque de saudade, maestro!
O verão amazônico é flamejante no mês de setembro, semelhante ao Sol nas bancas de revista, como canta Caetano Veloso em “Alegria, Alegria”, música defendida no Festival Record, em 1967, quando foi vaiado ao
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O verão amazônico é flamejante no mês de setembro, semelhante ao Sol nas bancas de revista, como canta Caetano Veloso em “Alegria, Alegria”, música defendida no Festival Record, em 1967, quando foi vaiado ao

*Francisco de Abreu Cavalcante Ó Deus meu, atendei ao nosso clamor! Arrebatai desta terra, que é Vossa, a desumanidade hostil que é só nossa na insânia do esquecimento de Vós, ó Criador.

*Bruno de Menezes – “Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá! – Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá!” Rufa o batuque na cadência alucinante – do jongo do samba na onda

Foi no dealbar de 1948. Não, nem tanto. Já era maio, final de maio. A professora Cora Santana, esposa do renomado mestre Martins Santana, o gordo Martins Santana, tão gordo como competente na cátedra

Geralmente as pessoas acham que por ter nascido na Amazônia, mais precisamente em Manaus, sou uma pessoa com laços bastante estreitos com a natureza, com o mundo rural. Não é difícil de entender tal

O ensino superior no Brasil tem início no final do século XIX para início do seguinte, quando a balança comercial apresentava superávit robusto, advindo da extração do látex da Hevea Brasiliensis, fenômeno que se convencionou