
Mãe Preta
*Bruno de Menezes No acalanto africano de tuas cantigas, nos suspiros gementes das guitarras, veio o doce langor de nossa voz, a quentura carinhosa de nosso sangue. És, Mãe Preta, uma velha

*Bruno de Menezes No acalanto africano de tuas cantigas, nos suspiros gementes das guitarras, veio o doce langor de nossa voz, a quentura carinhosa de nosso sangue. És, Mãe Preta, uma velha

*Arthur Cézar Ferreira Reis Continuação… Em novembro de 1832, a Regência tinha promulgado o Código do Processo Criminal, monumento jurídico em que unificara a legislação esparsa e disforme. O juiz de paz, de caráter

*Francisco de Abreu Cavalcante Ó Deus meu, atendei ao nosso clamor! Arrebatai desta terra, que é Vossa, a desumanidade hostil que é só nossa na insânia do esquecimento de Vós, ó Criador.

*Adriana Dias Lopes Na encíclica Laudato Si (Louvado Sejas), o papa põe a Igreja Católica no centro de uma das questões unânimes de hoje – a preocupação com o ambiente Não espanta que o

*Roberto Pompeu de Toledo Mais proveitoso seria se, com a mesma energia com que hoje se batem em torno da maioridade penal, governo, Congresso e sociedade atacassem os múltiplos problemas das prisões. Constituição brasileira

*Bruno de Menezes – “Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá! – Nega qui tu tem? – Maribondo Sinhá!” Rufa o batuque na cadência alucinante – do jongo do samba na onda