Manaus, 3 de novembro de 2026
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Postagens do autor

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal reconstitui a resistência dos Mura no rio Madeira no século XIX: os aldeamentos de Sapucaia-Oroca, Capanã e Canumã, a disputa pelo controle da força de trabalho indígena, as epidemias e o medo do “pega-pega” da Guerra do Paraguai.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa reconstitui os 134 anos da festa de São Benedito no quilombo urbano do Barranco, na Praça 14 de Janeiro, em Manaus: a promessa dos Beckman, a resistência da igreja local à procissão e o ritual do mastro ao “arranca toco”.

Ilustração de dois homens caminhando na pista de um aeroporto amazônico ao lado de um turbo-hélice da TABA

“Arruma a mala. Você é o novo gerente em Tabatinga!”

Moisaniel Barbosa Filho conta a chegada a Tabatinga nos anos de Rádio Nacional: o embarque sem aviso ao lado de Gutenberg, os “cinco quilamas” de barro até a emissora, as botas Sete Léguas e uma cidade de fronteira que dançava cumbia e salsa.

Mapa de satélite com o traçado da BR-319 entre Manaus e Porto Velho destacado em amarelo

BR-319: um sonho realizável?

Crônica de Moisaniel Barbosa Filho sobre a BR-319: a inauguração asfaltada de 1976, o fusca que nunca saiu de Brasília rumo a Manaus e cinquenta anos de um sonho de chegar em casa por estrada.

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal reconstitui a história dos Parintintin no rio Madeira e afluentes entre 1852 e a “pacificação” dos anos 1920: a resistência armada de um grupo pequeno que manteve seringueiros e caucheiros longe de um território de 22 mil quilômetros.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa descreve as vertentes da religiosidade popular no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus: pajelança cabocla, Tambor de Crioula, batuques, terreiros e a festa de São Benedito, celebrada há 134 anos.