Manaus, 25 de fevereiro de 2024

Miracanguera

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Miracanguera
Da terra sagrada
Das terras pretas
Falam ao tempo
Tuas ribanceiras

Do furo Arauató
Do menino remando
Do poeta do terreiro de vidro
Do pescador encantado quando fala

De experiências
Da cobra grande que come o jacaré
No lago de Serpa
Do boto vermelho
Grande que passava

Cuspindo espermazoide nas águas
Barulhando quando estava no cio

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