
Expandem-se os Cafés
Não mais como antigamente, no tempo do “ouro branco” arrancado das árvores fincadas nas estradas de borracha, rio abaixo, rio acima, pelo interior amazônico, tempo no qual essa cidade foi bordada de modernidades que
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Não mais como antigamente, no tempo do “ouro branco” arrancado das árvores fincadas nas estradas de borracha, rio abaixo, rio acima, pelo interior amazônico, tempo no qual essa cidade foi bordada de modernidades que

Davi Avelino Leal reconstitui a história dos Parintintin no rio Madeira e afluentes entre 1852 e a “pacificação” dos anos 1920: a resistência armada de um grupo pequeno que manteve seringueiros e caucheiros longe de um território de 22 mil quilômetros.

Vinícius Alves da Rosa descreve as vertentes da religiosidade popular no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus: pajelança cabocla, Tambor de Crioula, batuques, terreiros e a festa de São Benedito, celebrada há 134 anos.

Não pense o leitor que, ao tratar desse tema – rua gastronômica em Manaus -, eu esteja metendo a colher em assunto que não é da minha conta, como alguns dos mais idosos do

*Davi Avelino Leal Continuação… 3.3.1 Os Arara do rio Aripuanã Em 1848, Joaquim Alves Ferreira (1905, p. 91), diretor-geral de Índios da Província de Mato Grosso, registra a presença dos Arara do rio Aripuanã.

*Vinícius Alves da Rosa Continuação… 2. A RELIGIOSIDADE POPULAR: UMA CATEGORIA ANALÍTICA Ora, o que parece passar despercebida é a característica básica da nossa religiosidade de então: justamente o seu caráter especificamente colonial. Branca,