
O cientista que adotou a Amazônia
Robério Braga conta a história de Wolferstan Thomas, o médico canadense que chegou a Manaus em 1905 para combater a febre amarela, fundou o Yellow Fever Research Laboratory e nunca mais voltou.
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Robério Braga conta a história de Wolferstan Thomas, o médico canadense que chegou a Manaus em 1905 para combater a febre amarela, fundou o Yellow Fever Research Laboratory e nunca mais voltou.

De Tönnies e Weber a Bauman e Cohen: Vinícius Alves da Rosa revisa o conceito de comunidade e o confronta com os quilombos do Barranco de São Benedito, em Manaus, e do Lago do Serpa, em Itacoatiara.

Os Mura e seus mediadores no rio Madeira: os postos do SPI a partir de 1910, a festa de São Marçal em Cipó e o assassinato de 1938 que revela a disputa pelos castanhais.

Robério Braga escreve sobre Sergio Vieira Cardoso, o multitalentoso cineasta, curador e agitador cultural amazonense que partiu de forma inesperada — e sobre a última conversa entre os dois.

Davi Avelino Leal examina a tutela do SPI no rio Madeira: o “cerco de paz”, o seringalista Manuel de Souza Lobo como pai/patrão, a pacificação dos Parintintin por Curt Nimuendaju em 1921 e o relatório de 1941 que a chamou de escravidão.

Vinícius Alves da Rosa recorre a Frantz Fanon para pensar o colonialismo epistemológico e a identidade étnica: por que as festas aos “santos da nossa cor” nos quilombos do Barranco e do Lago do Serpa são rituais de afirmação e resistência.