
Nova cara de Manaus
R$ 916 milhões, 38 mil metros quadrados e 3,5 milhões de passageiros por ano: Robério Braga sobre o novo porto da Manaus Moderna e o que ele muda no Centro Histórico, da rampa da Imperatriz ao cais inglês dos anos 1900.
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R$ 916 milhões, 38 mil metros quadrados e 3,5 milhões de passageiros por ano: Robério Braga sobre o novo porto da Manaus Moderna e o que ele muda no Centro Histórico, da rampa da Imperatriz ao cais inglês dos anos 1900.

Vinícius Alves da Rosa descreve a procissão fluvial de Nossa Senhora Aparecida no quilombo rural do Lago de Serpa, em Itacoatiara: a imagem encontrada boiando em 1976, os “troncos velhos”, a produção de carvão e a festa que a Prelazia não reconhece.

Davi Avelino Leal acompanha a troca de mediadores entre o Estado e os povos indígenas do rio Madeira: dos missionários e diretores parciais de aldeia, no Império, aos delegados do SPI, na República — e a permanência das mesmas violências sob outro discurso.

Robério Braga costura o desapontamento com a seleção em reconstrução e a reta final da campanha eleitoral: propaganda sem propostas, legislação mal aplicada e um apelo ao eleitor para deixar paixões e ódios de fora da urna.

Davi Avelino Leal reconstitui a resistência dos Mura no rio Madeira no século XIX: os aldeamentos de Sapucaia-Oroca, Capanã e Canumã, a disputa pelo controle da força de trabalho indígena, as epidemias e o medo do “pega-pega” da Guerra do Paraguai.

Vinícius Alves da Rosa reconstitui os 134 anos da festa de São Benedito no quilombo urbano do Barranco, na Praça 14 de Janeiro, em Manaus: a promessa dos Beckman, a resistência da igreja local à procissão e o ritual do mastro ao “arranca toco”.