Manaus, 13 de outubro de 2026

História

Sergio Vieira Cardoso, de chapéu e óculos, apresenta obras em uma exposição

Vulcão em erupção

Robério Braga escreve sobre Sergio Vieira Cardoso, o multitalentoso cineasta, curador e agitador cultural amazonense que partiu de forma inesperada — e sobre a última conversa entre os dois.

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal examina a tutela do SPI no rio Madeira: o “cerco de paz”, o seringalista Manuel de Souza Lobo como pai/patrão, a pacificação dos Parintintin por Curt Nimuendaju em 1921 e o relatório de 1941 que a chamou de escravidão.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa recorre a Frantz Fanon para pensar o colonialismo epistemológico e a identidade étnica: por que as festas aos “santos da nossa cor” nos quilombos do Barranco e do Lago do Serpa são rituais de afirmação e resistência.

Projeção do novo porto de Manaus ao entardecer, com embarcações atracadas, a ponte sobre o rio Negro e o centro histórico ao fundo

Nova cara de Manaus

R$ 916 milhões, 38 mil metros quadrados e 3,5 milhões de passageiros por ano: Robério Braga sobre o novo porto da Manaus Moderna e o que ele muda no Centro Histórico, da rampa da Imperatriz ao cais inglês dos anos 1900.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa descreve a procissão fluvial de Nossa Senhora Aparecida no quilombo rural do Lago de Serpa, em Itacoatiara: a imagem encontrada boiando em 1976, os “troncos velhos”, a produção de carvão e a festa que a Prelazia não reconhece.

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal acompanha a troca de mediadores entre o Estado e os povos indígenas do rio Madeira: dos missionários e diretores parciais de aldeia, no Império, aos delegados do SPI, na República — e a permanência das mesmas violências sob outro discurso.