Manaus, 28 de setembro de 2026

História

Montagem com jogadores da seleção brasileira, a taça, uma urna eletrônica, um debate na TV e pessoas assistindo

De futebol e eleições

Robério Braga costura o desapontamento com a seleção em reconstrução e a reta final da campanha eleitoral: propaganda sem propostas, legislação mal aplicada e um apelo ao eleitor para deixar paixões e ódios de fora da urna.

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal reconstitui a resistência dos Mura no rio Madeira no século XIX: os aldeamentos de Sapucaia-Oroca, Capanã e Canumã, a disputa pelo controle da força de trabalho indígena, as epidemias e o medo do “pega-pega” da Guerra do Paraguai.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa reconstitui os 134 anos da festa de São Benedito no quilombo urbano do Barranco, na Praça 14 de Janeiro, em Manaus: a promessa dos Beckman, a resistência da igreja local à procissão e o ritual do mastro ao “arranca toco”.

Expandem-se os Cafés

Não mais como antigamente, no tempo do “ouro branco” arrancado das árvores fincadas nas estradas de borracha, rio abaixo, rio acima, pelo interior amazônico, tempo no qual essa cidade foi bordada de modernidades que

Capa do livro Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932), de Davi Avelino Leal

Mundos do trabalho e conflitos sociais no rio Madeira (1861-1932)

Davi Avelino Leal reconstitui a história dos Parintintin no rio Madeira e afluentes entre 1852 e a “pacificação” dos anos 1920: a resistência armada de um grupo pequeno que manteve seringueiros e caucheiros longe de um território de 22 mil quilômetros.

Quilombolas e indígenas Kokama no festejo de São Benedito, no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus

Epistemologia da Religiosidade nos Quilombos

Vinícius Alves da Rosa descreve as vertentes da religiosidade popular no quilombo urbano do Barranco de São Benedito, em Manaus: pajelança cabocla, Tambor de Crioula, batuques, terreiros e a festa de São Benedito, celebrada há 134 anos.