Manaus, 13 de julho de 2026

Trajetórias Escolares de jovens no interior do Amazonas: Significados de acesso, permanência e sucesso, em Itacoatiara

Compartilhe nas redes:


*Meiry Jane Cavalcante Rattes

Continuação…

4.2 A Comunidade São Sebastião da Costa do Siripá – espaço das nossas reflexões

Embora já existam muitos estudos sobre as juventudes, há uma lacuna significativa na compreensão dos significados e vivências dessa fase da vida, especialmente no contexto rural e, de modo mais específico no universo ribeirinho amazonense86. Na tentativa de dialogar com estudos relevantes, não identificamos nenhuma dissertação de mestrado ou tese de doutorado que abordasse especificamente os desafios de trajetórias juvenis na conexão entre comunidade rural e escola urbana, nem tampouco pesquisas que se utilizassem do grupo focal, na perspectiva de abranger o contexto das diversidades amazônicas.

Da rica diversidade social que identificam a Amazônia e o Amazonas, interessa-nos aqui a população ribeirinha da Comunidade São Sebastião da Costa do Siripá que fica à margem direita do rio Amazonas, e está localizada na região do Siripá, onde se situam outras comunidades, como: Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora das Graças, Cristo Rei e São José na área do município de Itacoatiara-AM, conhecidas como comunidades irmãs, que integram a Paróquia do Divino Espírito Santo, cuja sede fica na cidade “O nome da comunidade – assim como de várias outras, indica um fortalecimento dos laços comunitários a partir do catolicismo, religião predominante num país de colonização portuguesa” (Fraxe; Witkoski; Pereira, 2011, p.17).

A comunidade situa-se na área cercada pelo lago Siripá, onde sua posição fica na parte de trás, por isso o termo costa, na composição do seu nome. À primeira vista, de uma visão distante, ou seja, do ângulo do meio do rio, nos deparamos com a grande paisagem formada pelas margens do Rio Amazonas; ganha destaque a saída da rabeta, devido ao processo dificultoso e precário para subir as escadas que levam à comunidade.

 

As casas são de dois pisos construídos em madeira na terra firme e também em formato de flutuante (casas construídas sobre toras de madeira que ficam sobre as águas) muito comuns na região. É possível avistar ainda, uma extensa área de campo verde, que serve de caminho até as casas. Durante o período de seca ou vazante, a paisagem inicial é caracterizada pela formação de um barranco que se estende desde a beira do rio até o alto da comunidade. No entanto, essa imagem muda radicalmente durante o período de cheia, quando o rio transborda e cobre grande parte da área da comunidade.

Figura 16 – Pequenas embarcações atracadas na frente da comunidade – Período da vazante

Fonte: Arquivo pessoal (2025)

As terras onde hoje está localizada a Comunidade São Sebastião do Siripá foram doadas pelo comunitário Pedro Gaúcho da Silva (o equivalente a uma extensão de 50m x50m) como nos relata sua sobrinha, dona Elidiane Praxes da Silva de 40 anos, atual presidenta da comunidade que nos forneceu as informações, no período de nossa visita á comunidade. Pelos relatos, eram feitas doações de pequenos lotes de terra para as pessoas que iam chegando com a intenção de se instalarem com suas famílias e por isso, precisavam de terras para construção de suas casas e, deste modo, a comunidade foi crescendo. Recebeu o nome de Siripá devido as imediações do Lago que a cerca.

A comunidade teve sua fundação ocorrida em 1992. Hoje, São Sebastião da Costa do Siripá, conta com uma população em torno de 80 pessoas, entre adultos, jovens e crianças, distribuídas entre 38 famílias somente na área do Lago, sem contar as que moram em seu entorno. Grande parte das famílias veio do estado do Pará e da própria região próxima à comunidade.

Segundo os relatos da presidenta, no pleito eleitoral de 2024, a comunidade se uniu para apoiar uma candidata, que conseguiu se eleger vereadora, com o primeiro mandato, ocupando uma das dezessete (17) vagas da Câmara Municipal de Itacoatiara, que entre o conjunto de vereadores eleitos, conta com duas mulheres atuando na vereança. A forma como a comunidade se organizou ajuda a explicar a presença da igreja católica, já que sua expansão se deu com a chegada de comunitários católicos naquela região.

No que diz respeito aos aspectos que estruturam a comunidade, ela conta com energia elétrica, desde 2013, vinda da usina termoelétrica do município vizinho de Urucurituba, por meio do Programa Luz para Todos, que chega com boa qualidade, segundo os estudantes. Tanto o Luz para Todos, como o Bolsa Família e outros programas criados pelo Governo Federal no período de 2002 a 2015 são citados pela presidenta da comunidade, apontando que esses programas têm viabilizado algumas melhorias na qualidade de vida dos comunitários. Na comunidade não há escola nem posto de saúde, mas possui agente de saúde e em casos de doenças graves, os comunitários são levados para o Hospital Regional José Mendes, em Itacoatiara. Segundo os relatos, as crianças e idosos são vacinados periodicamente. No entanto, doenças como catapora, gripe e dengue ainda são frequentes na comunidade. É costume das famílias locais o uso de remédios feitos na própria comunidade, cuja base são cascas e ervas.

O campo de futebol tem um papel importante na rotina da comunidade, pois favorecea realização de campeonatos de futebol. Quando analisam os torneios de futebol, no contexto das comunidades, Fraxe, Witkoski e Pereira (2011), comentam que:

Na maioria das vezes, times de outras comunidades costumam participar da competição e no final, os vencedores exibem orgulhosamente seus troféus. Esses troféus são guardados em locais públicos, como a escola, para que todos os moradores da comunidade possam ver sempre que desejarem. Nesse sentido, quando o time da comunidade ganha a partida, todos os jogadores são festejados com sentimento de pertença (Fraxe; Witkoski; Pereira, 2011, p. 62).

No aspecto religioso, a comunidade conta ainda com um pequeno centro comunitário, feito de madeira, sendo o ponto de encontro das famílias, que se reúnem nos festejos da tradicional festa, que ocorre em homenagem a São Sebastião, no período de 11 a 20 de janeiro, realizada anualmente. Fraxe, Witkoski e Pereira (2011) concebem a noção de festa como um momento ritual, sagrado, relacional, comunitário, que reproduz os padrões vigentes, nas suas palavras:

A festa é um momento extraordinário, no sentido de suspensão da vida cotidiana. Assim, a festa, principalmente a festa de santo, deve ser observada como fenômeno social que descortina o imaginário dos moradores locais a partir das representações cotidianas transportadas para os momentos festivos como não-formais e não cotidianas (Fraxe; Witkoski; Pereira, 2011, p. 29).

A maioria das casas é de madeira e com piso de assoalho, não encontramos casas de alvenaria e piso de cimento. Existem pequenos caminhos com mato baixo que fazem a ligação entre as casas e a área do barranco, onde ficam as embarcações para atravessar a cidade. Não há tabernas (pequenos comércios) pela região. Por isso, as compras de mercadoria e produtos para consumo são feitas na cidade, inclusive água potável. Alguns moradores compram para o consumo da casa; enquanto outros moradores utilizam a água da torneira da cidade e levam para suas casas. A água do rio é utilizada para tomar banho, lavar louça, roupa, molhar as plantas, entre outros.

Figura 19 – Casa de madeira da comunidade

Fonte: Arquivo pessoal (2025).

Frente a esse conjunto de descrições, e levando em consideração a importância desse movimento para caracterizar o principal espaço de vivência dos jovens, nada melhor que a fala de um pesquisador que investigou também histórias de luta:

Quando comecei o movimento de buscar uma comunidade ribeirinha que pudesse comigo compartilhar essa experiência de uma pesquisa de doutorado, logo me vieram à mente algumas comunidades caracterizadas geograficamente pela composição de uma escola, uma igreja, um centro social e uma ou duas casas no terreno central da comunidade e os demais comunitários morando no entorno. Essa era a imagem que eu tinha de uma comunidade ribeirinha, pois até então havia sido a única que meus olhos registraram nas minhas navegações amazônicas. De certa forma, isso predomina no imaginário das pessoas acerca do que é a Amazônia, um “espaço vazio”, cheio de índios e pequenas comunidades isoladas em meio a uma grande floresta, seus animais e mistérios. Mesmo para nós que aqui vivemos não é fácil fugir de alguns estereótipos que, de certa forma, em alguns aspectos caracterizam o que é a Amazônia, mas não representam no todo o que são as “Amazônia” (Vitória, 2015, p. 30).

O autor chama a atenção sobre a imagem pré-concebida quando se trata da Amazônia, argumentando que em suas buscas se deparou com uma realidade bem diferente, destacando a unicidade do lugar pesquisado, que reflete a criação de um tempo e espaço experimentados no cotidiano das pessoas.

A atividade econômica predominante na comunidade é a agricultura, sendo que os homens se voltam para a pesca e as mulheres plantam e vendem seus produtos na feira do produtor rural, que fica na cidade. Embora essas atividades sejam alternadas com outras que visam garantir a subsistência das famílias, algumas atividades são fundamentais para a geração de renda, como é o caso do cultivo de melancia, cuja produção é vendida para pequenos comerciantes urbanos.

A criação de pequenos animais, como galinhas e patos, e a pouca criação de grandes animais, exclusivamente os bovinos, representam atividades, mais ou menos intensas, nesta comunidade, no movimento voltado mais à subsistência do que à comercialização, ainda que aconteça de modo eventual a sua venda. A criação animal representa um elemento essencial na complementação da alimentação ribeirinha, principalmente na estação da cheia do Rio.

Durante o período de vazante/seca, as condições de vida são mais difíceis em São Sebastião da Costa do Siripá, pois a comunidade fica isolada e sem perspectivas de renda. A população não tem acesso à água e a alimentação. Neste período as canoas e rabetas deixam de ser utilizadas, devido à ausência das águas, impedindo o deslocamento dos moradores, com isso, algumas atividades passam a ser limitadas, como a produção de alimentos, a ida a cidade. O lago no entorno da comunidade fica seco, sendo necessário um longo deslocamento para buscar água na cidade. Durante a seca de 2023, muitas comunidades amazônicas ficaram isoladas, e no caso dos estudantes desta comunidade, houve liberação da escola, por aproximadamente dois meses, devido às escassas condições de acesso ao Rio, para sua locomoção. Sobre as dificuldades vivenciadas, verificamos a seguir:

Cada vez mais se tem secas maiores, né? E com mais dificuldade pra gente ter o acesso até a cidade. Na enchente, o percurso todo o agente gasta no máximo uns 15 minutos, enquanto que na seca, aproximadamente, o mínimo que a gente gasta, é 40 minutos, no meu caso, né, que eu moro um pouco mais atrás, né? É distante um pouco da beira do rio (Jovem A.S.).

Figura 20 – Lugar de acesso às embarcações em Itacoatiara

Fonte: Arquivo pessoal (2024).

Para abordarmos o fenômeno da cheia que assola a região da comunidade, usamos a reflexão de Fraxe, Witkoski e Pereria (2011, p. 64) “O lugar de moradia não pode ser tido como um local qualquer, precisa estar atrelado a uma rede de relações socioambientais e afetivas, representa um ponto de referência determinado no espaço”.

No período da cheia, toda a área da comunidade é inundada, cobrindo os terrenos e, dependendo do nível da enchente, as casas também são inundadas. Entretanto, a presença das águas fluviais proporciona aos moradores a facilidade para a locomoção entre a comunidade e a cidade. Com a canoa e motor rabeta a locomoção fica mais fácil, como podemos constatar na fala dos jovens:

O meu deslocamento, eu saio de casa, numa canoa pequena, ando sob uma ponte e caminho esse 1 quilômetro, até chegar na beira do rio Amazonas e pegar uma outra canoa, né, de alumínio, e a gente atravessa até o porto da cidade.

No período da enchente já é muito melhor, porque como os igarapés se abrem né? A água vai inundando ali as redondezas das terras vão se abrindo os pequenos igarapés até a água cobrir, caso que nos últimos anos não tá acontecendo (Jovem A.S.).

No contexto que reflete as mudanças ocorridas sobre a seca e a cheia, o estudante relata a vivência de enchentes cada vez maiores, e o quanto esses fenômenos naturais afetam diretamente suas vidas, pois tem enfrentado secas e enchentes cada vez mais devastadoras.

Figura 23 -Vista da parte da frente das duas casas

Fonte: Arquivo pessoal (2025)

 

Durante a visita da pesquisadora à comunidade, foi possível chegar a esta residência (Figura 25) do casal Ana Rocha e Elionay Rocha, cujo filho é agente da pesquisa. Dos cinco filhos da família, três estudaram na Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça. O casal relatou que a casa nova foi construída pelo pai e seus filhos, devido às dificuldades com a enchente, ocorrida em 2021, que deixou marcas literalmente na casa da família, como podemos ver na Figura 21, apresentada acima. Segundo a família, uma casa mais alta pode garantir melhores condições para enfrentar as novas enchentes. É interessante dizer que sendo os assoalhos bem altos, é possível notar a presença de muitas galinhas, patos, galos, na parte debaixo da casa, que servem para sua alimentação.

No meu caso, eu moro numa casa flutuante localizada em um lago. Esse lago fica exatamente há um (1) quilômetro do acesso até a beira, pra atravessar o rio até chegar à cidade (Jovem A.S.).

Figura 24 – Casa flutuante onde mora um dos agentes da pesquisa

Fonte: Arquivo pessoal (2025)

Para falar da figura 26, segue um relato em primeira pessoa para expressar os sentimentos vividos ao observar essa imagem.

No dia 28 de setembro de 2024, às 7h, fui fazer uma visita exploratória na comunidade. Foi importante conhecer a comunidade para além dos relatos dos jovens, pois todas as falas deles, quando se explicavam por atrasos ou faltas à escola, ganharam outro sentido após a visita, o sentido não só do entendimento das suas condições materiais, mas também a compreensão de como podemos melhorar com política públicas que sejam capazes de assisti-los, de como a escola precisa conhecer essas realidades para oportunizar matrículas e ações pedagógicas que contemplem a perspectiva destes jovens.

Dias antes combinei com o rapaz do transporte, que cobrou o valor de 50 reais para levar até a comunidade e 50 reais para trazer de volta. Para essa visita, combinei também com os estudantes na escola, e agendamos para um sábado. Fui acompanhada de meu esposo. Durante o percurso, fiz algumas fotos, fui refletindo sobre a pesquisa e lembrando da fala dos jovens, sobre os movimentos de ida e vinda de casa para a escola, nos momentos do Grupo Focal. Senti-me impactada diante da constatação de uma rotina cheia de desafios e perigos “A pesquisa, que hora apresento, permite-nos navegar por inúmeros lugares, pescando as mais variadas espécies de reflexões sobre a vida tecida na trama do cotidiano” (Vitória, 2015, p. 39).

Na nossa chegada, havia o estudante, dono da casa, nos esperando para subir a escada (Figura 15) que levava até a comunidade. Caminhamos cerca de um quilômetro e meio, em uma manhã de sol, até a chegada a um pequeno lago, que nos separava da casa flutuante. Foi nesse momento que a foto acima foi feita, na minha contemplação com a paisagem à minha frente e ao mesmo tempo, agradecendo por ter ido lá, conhecer uma realidade, até então desconhecida por mim.

Para atravessar o lago, entramos em uma pequena canoa de alumínio, cuja parte onde nos sentamos estava bem quente, porque ela fica ali, exposta à natureza. Com o remo, o jovem conduziu a canoa, com muita habilidade e nos levou até sua casa. Ele fez questão que adentrássemos e nos serviu um café com tucumã87. Durante a conversa, foi inevitável não lembrar das vezes que conversamos no corredor da escola, pelo motivo de sua chegada, sempre após a metade do primeiro tempo de aula.

Enquanto diretora da escola, eu sabia do seu endereço e essa era a razão da sua chegada no horário diferente dos demais estudantes. Apesar de sempre ouvi-lo dizer que as águas do Rio estavam revoltas, que teve temporal, que pegou chuva, quando chegava molhado, tudo isso era muito abstrato na minha concepção limitada ao ambiente urbano. Só foi possível ter a dimensão da materialidade dos desafios que compõem a sua trajetória, estando ali, na residência, vivendo aquele momento, me permitindo refletir, me autoavaliar, o que me ajudou a ressignificar algumas concepções de educação para a minha prática docente. “Minha estada na comunidade me proporcionou perceber esse movimento que se constrói nos traços da vida cotidiana, que foge da mesmice e se condensa em experiência/vivida” (Vitória, 2015, p. 35).

Conversamos por aproximadamente meia hora, em seguida, ele nos levou para conhecer o entorno da casa, que fica rodeada pelo Lago Moari, as plantas da mãe dele que enfeitam a casa, e toda aquela natureza pujante diante de nós. Foi uma experiência muito importante, por uma série de razões, dentre elas, a percepção como filha e moradora da cidade, cuja realidade próxima foi essencial conhecer, para alargar nossa visão em torno das juventudes. destaco ainda o papel de pesquisadora e a necessidade de refletir sobre as relações sociais dentro das comunidades como um fator singular para compreender o seu modo de vida, em um contexto que revela descaso público. E esses elementos refletem principalmente na saúde, na educação, na disponibilidade de recursos para a subsistência dessa população, afetando diretamente seu acesso aos direitos sociais.

A visita exploratória possibilitou o conhecimento das questões que incidem na relação dos jovens com a escola. No tocante ao fator do acesso, ficou evidente os inúmeros desafios diários e a falta de melhores oportunidades e condições de transporte escolar aos estudantes das comunidades ribeirinhas.

O olhar sobre a importância que representa o processo de escolarização para os agentes da pesquisa e suas famílias, que carregam em suas conjunturas sociais, econômicas e culturais, vulnerabilidades que afetam diretamente o nível de qualidade de vida das populações de lugares mais longínquos do nosso estado, exige também o reconhecimento das pequenas conquistas, como resultado da luta que muitas famílias, diariamente empreendem no enfrentamento das adversidades amazônicas, em busca de acessar não só o direito à educação, mas também os demais direitos sociais que são indispensáveis para uma vida digna.

Reconhecer que a luta por democratização da educação está para o jovem da mesma forma que a escola para a realização dos seus ideais, significa tomar o entendimento de que o acesso à escola não pode e nem deve acontecer pela individualidade dos estudantes, mas por toda garantia aos seus direitos que cabe ao Estado.

__________________________

86 Destaco o trabalho realizado por Cláudio Gomes da Victória Comunidade, escola e juventude: navegando pela História oral de vida de jovens de uma comunidade ribeirinha no Amazonas. Desenvolvido no contexto da Comunidade Ribeirinha Boas Novas/Tilheiro no Amazonas, sob a orientação da profa. Dra. Áurea Maria Guimarães. Este trabalho se destaca como uma importante contribuição para a reflexão sobre a juventude rural, oferecendo uma perspectiva valiosa sobre as experiências e desafios enfrentados pelos jovens nesse contexto.

87 Fruta típica regional, rica em fibras, muita utilizada para comer com farinha, pão e café.

Continua na próxima edição…

* Meiry Jane Cavalcante Rattes é Doutora em Educação pela UFAM, com foco em Educação, Estado e Sociedade na Amazônia, e Mestra em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela UFJF/MG. Pedagoga de formação com especialização em Metodologia do Ensino Superior, possui sólida trajetória na Educação Básica e na gestão escolar, tendo atuado como gestora do Colégio Vital de Mendonça e professora em Itacoatiara, além de integrar o corpo técnico da SEDUC/AM.
Como pesquisadora, integra o Grupo de Pesquisa em Sociologia Política da Educação e é associada à ANPEd, onde participa do GT de Sociologia da Educação. Sua produção intelectual concentra-se em políticas públicas educacionais, juventudes na Amazônia e Ensino Médio, investigando as interseções entre o Estado e a Educação Básica.

Views: 0

Compartilhe nas redes:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *