(Dedico ao amigo Francisco Gomes)
À beira do lago de Serpa,
De águas correntes ,
Dos botos-vermelhos
Do Arauató .
Uma bebida estranha,
O tacacá, servido em cuias,
Sorvida por mulheres e homens,
Com camarão e jambu.
Bebida deliciosa!
Extrato, subproduto da mandioca.
Tão
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Que em minhas andanças pela floresta
E rios caudalosos
Vi somente nesta terra.
Em SERPA
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Terras dos Aruaques e suas Iconografias.
Dos Remadores da Liberdade
Com seus instrumentos musicais.
Da civilização das canoas fluentes.
Tão forte a bebida! Que os olhos lacrimejam.
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