“A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro, sem honestidade”
Em pleno pós-COP, as empresas que aderiram ao Selo ZFM + ESG mostraram ao país que há um modelo em curso onde desenvolvimento, tecnologia e sustentabilidade formam uma mesma equação. Neste 27 de novembro, as empresas que aderiram ao ZFM +ESG, apresentaram à Suframa seus projetos em andamento. Gratificante acompanhar!
E mostraram mais: os números e avanços desmentem, um a um, os ataques que tentam desqualificar a economia da floresta.
Enquanto alguns fabricam versões, a indústria fabrica resultados.
A floresta produz – e supera a média nacional
Setembro trouxe ao Amazonas um crescimento de 2,56%, acima do desempenho nacional, empurrado pela retomada vigorosa de Eletroeletrônicos e Bens de Informática e pelo maior volume de cargas aéreas.
O IBCR-AM atingiu 113,07 pontos, 13% acima da média de 2022, mostrando que o parque fabril da Amazônia está reagindo de forma estrutural, não episódica.
Como afirmou Lúcio Flávio Morais de Oliveira, presidente executivo do CIEAM: “Estamos em plena retomada estrutural do nosso parque fabril.”
E isso acontece onde? Na floresta. No interior de um modelo que a intriga nacional insiste em tentar deslegitimar.
PIM: faturamento sobe, produção acelera, confiança retorna
Os dados da SUFRAMA reforçam o que a maledicência insiste em ignorar:
o Polo Industrial de Manaus atingiu R$ 20,07 bilhões em setembro — alta de 5,7% sobre agosto e 9,5% no ano.
É o terceiro mês consecutivo de crescimento.
Destaques?
Celulares: +45%, retomando 1 milhão de unidades no mês; Ar-condicionado: quase +10%; Três ciclos seguidos de expansão – mesmo sob incerteza tributária e perseguições legislativas.
Segundo André Costa, coordenador do Painel de Economia Amazonense: “A reação do PIM sinaliza confiança para o ciclo de final de ano.”
A confiança voltou. A narrativa negativa não vai prosperar.
Extrativismo recua, mas a indústria sustenta a curva ascendente
A indústria extrativista caiu 0,3%, sem impacto estrutural.
O motor real da economia – a indústria de transformação – continua acelerando.
Aqui está a economia da floresta: tecnológica, limpa, industrial e integrada ao território. Levando riqueza à Região Norte e oportunidades ao país.
Importações caem – e o alerta acende
Em outubro, as importações destinadas ao PIM recuaram 12%, especialmente no modal aéreo.
É um sinal de cautela, não de crise. E, mesmo assim, o colchão de setembro mantém a trajetória do ano em terreno claramente positivo.
A verdade estratégica: a floresta produz, o país se beneficia, e a perseguição continua
Se a economia sobe, por que os ataques aumentam?
Porque nada incomoda mais o preconceito institucional do que uma região periférica que dá certo.
O novo foco de quem quer desindustrializar a Amazônia atende por um nome técnico, mas com efeito devastador: PDL 338/2020 – um projeto que tenta suspender o PPB de LEDs da Zona Franca de Manaus, já aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico e agora na de Ciência e Tecnologia.
É mais um capítulo da tentativa recorrente de desmontar a economia da floresta.
Uma economia que cumpre a lei, gera centenas de milhares de empregos, paga tributos que sustentam o país, financia educação, pesquisa e inovação, preserva 97% da cobertura vegetal do Amazonas.
É por isso que querem desmontá-la: porque funciona.
Indicadores x Narrativas: a síntese necessária
a maledicência opera sob encomenda, os indicadores falam por si: Crescimento acima da média nacional; R$ 20 bilhões em faturamento mensal; terceiro mês de alta consecutiva; Retomada de 45% na produção de celulares Avanço contínuo da transformação industrial; Confiança restaurada para o ciclo final do ano.
A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro, sem honestidade.
A hora de desmontar a maledicência chegou
A história está deixando claro: não há saída fora da lei.
E é em nome da lei, dos direitos constitucionais que garantem desenvolvimento regional e equilíbrio federativo, que o Amazonas precisa confrontar — com dados, serenidade e firmeza – as perseguições que tentam impor invisibilidade política à região que mais protege o Brasil.
Quando os números falam, as narrativas se dissolvem. E, mais uma vez, os indicadores da indústria da floresta provaram: a Amazônia produz, o país ganha – e a maledicência perde. Uma hora dessas, que tal recorrer à Justiça para que os arautos da intriga sob encomenda demonstrem a veracidade de seus impropérios ou respondem por eles mediante à Lei?
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