Manaus, 6 de dezembro de 2023

Roda fraternal

Compartilhe nas redes:

(A Thiago de Mello)

*Manoel Domingos de Castro

Estatuto-me e poetizo…
Na democracia que sangra,
Singra o mau pretume, mas esverdeio,
Molho-me no tingir do sol,
Sigo o “canto”, no escuro, sem receio
E a claridade será breve, no arrebol.
Meninos e meninas estarão na roda,
E desse momento ruim,
Ignóbil, eivado de insensatez,
Sairemos… hemos de fazer a poda,
Dos pensamentos vis e do vírus… de vez.

Thiago-me…no albor de todo dia,
Para esbarrar em todas as peles,
Para sentir-me plural nos rincões dessa Amazônia,
Para aferir-me em sumos de brasilidade,
E viver… que haja o amor, o divino e a fraternidade.
Urge, a poda…
E todas as crianças estarão a brincar de roda.

*Natural de Itacoatiara/Am. Poeta, professor e escritor. Membro da Associação dos Escritores do Amazonas (ASSEAM), da Academia de Letras e Cultura da Amazônia (ALCAMA), da Associação Brasileira de Escritores e Poetas Pan-amazônicos (ABEPPA) e do Movimento Internacional da Lusofonia ((MIL). Professor efetivo da UEA. Mestre e doutorando em Letras pela UTAD (Portugal). Fundador da Sociedade dos Poetas Porunguitás. Tem vários artigos publicados, além de 6 livros de poesia.

Compartilhe nas redes:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

COLUNISTAS

COLABORADORES

Abrahim Baze

Alírio Marques